21/08/2015 às 11h55 - Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas

Da esquerda para direita - O presidente da Academia Campista de Letras, Hélio Coelho, o presidente da CODEMCA, Wainer Teixeira, a presidente da FCJOL, Patrícia Cordeiro, e o presidente da Associação de Imprensa Campista, Vitor Menezes.

Aconteceu na manhã desta sexta-feira (21), no coreto do Liceu de Humanidades de Campos, o lançamento do Festival Doces Palavras. O evento acontecerá de 23 a 27 de setembro, no Jardim e arredores do Liceu.
O Festival Doces Palavras está sendo organizado pela Prefeitura de Campos, através da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), Associação de Imprensa Campista (AIC), Associação Campista de Letras (ACL), Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima com o apoio da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Câmara Municipal e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Campos.
"É um evento em que vamos valorizar duas tradições da nossa cidade: a produção de doces e a produção literária. Com este evento, vamos também referenciar toda a história deste Jardim" destacou o presidente da Codemca.
"O evento está trazendo uma tradição que existe desde à época colonial. Temos que agradecer a todos setores que estão juntos e participando desse evento", disse a presidente da FCJOL, Patrícia Cordeiro.
"É uma proposta que nasceu no seio da sociedade de imprensa. O projeto do evento foi imediatamente abraçado pela academia de letras, FCJOL e Câmara Municipal. A ideia não é só minha é da cidade toda. Precisamos consolidar e propagar o papel desta evento. Já temos também o grande papel que a Bienal do Livro faz na nossa cidade", finalizou o presidente da Associação de Imprensa Campista, Vitor Menezes.
Dez doceiras irão participar do evento fazendo doces que remetam à história de Campos, como chuvisco, goiabada, papo de anjo. Além da comercialização dos doces, também, haverá oficinas para adultos e crianças, que serão realizadas em tendas montadas na Casa de Cultura Vila Maria. O artesanato estará presente através de trabalhos feitos a partir do bagaço da cana e, também, a cachaça Barra Velha, do Alambique do Leley, no Farol de São Tomé.