A falta de transporte público prejudica várias áreas e uma delas é a saúde. Em Campos, o problema atinge vários bairros do município e causa transtornos aos moradores que precisam trabalhar, estudar e até mesmo cuidar da saúde. Como é o caso de Elyana Duncan, moradora da Pecuária, portadora de leucemia mieloide crônica (tipo de câncer de células do sangue raro e de progressão lenta que começa na medula óssea) relata dificuldades para fazer o tratamento por conta da falta do transporte. Em contato com a redação do Campos 24 Horas, Elyana fala sobre seu caso.
"Faço tratamento de leucemia mieloide crônica, hoje eu tinha uma consulta com a psicóloga e não pude ir porque não tem ônibus. As duas vans que passaram, estavam lotadas e não pararam. Estou desempregada e não tenho como pagar carro de aplicativo. Nós moradores da Pecuária, Parque Corrientes, Nova Brasília, Caju, Parque Leopoldina, Julião Nogueira, Esplanada, estamos sofrendo com a retirada dos ônibus", relatou a Elyana. (Leia mais abaixo)
O Campos 24 Horas entrou em contato com a Prefeitura que emitiu a seguinte nota: O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) informa que a Rogil cedeu aos permissionários do Setor F as linhas das localidades para realização do transporte alternativo no prazo de 90 dias até a implantação do novo sistema de integração. O órgão estuda a possibilidade de ampliar a frota de vans nas linhas. A pasta pede à população que denuncie irregularidades no transporte pelo telefone (22) 98152-1116 ou pela página do Instagram @imtt.campos.