
A comissão de carnaval se reuniu na quarta-feira (19) no Teatro Municipal Trianon e anunciou um grande evento que apresentará o enredo de todas as entidades à comunidade. A Tarde Cultural será realizada no Parque Alberto Sampaio no dia 30 de setembro. A reunião também tratou da agenda positiva do carnaval, na qual a primeira etapa foi concluída com entrega de todos os documentos por 12 escolas de samba, oito blocos e 14 bois pintadinhos.
Durante a Tarde Cultural, a Feira Criativa, organizada pela Superintendência de Igualdade Racial, terá artesanatos e comidas típicas. No evento, as agremiações vão se apresentar com bateria e intérprete durante todo o dia em uma grande mostra do que será o Carnaval de 2018. Em momento de crise, o evento apresenta à iniciativa privada a festa popular como fonte para investimento. É o que comenta o coordenador do carnaval e diretor de Eventos da Superintendência de Igualdade Racial, Ricardo Silva.
— A intenção deste evento é badalar as escolas, blocos e bois. Durante o evento, toda a venda de bebidas será revertida para as entidades carnavalescas e poderemos atrair a iniciativa privada para o carnaval de Campos. O poder público mostra assim que entende esta manifestação cultural como movimento histórico, fonte de entretenimento e também de renda — comenta Ricardo.
A agenda positiva do carnaval continua a ser cumprida. Após a entrega dos documentos, haverá análise pela controladoria. Enquanto isso, todas as entidades devem apresentar até o dia 1º de agosto a sinopse do enredo. A partir de outubro, a agenda prevê que cada agremiação realize o mínimo de um desfile por mês. Até 1º de novembro será necessário a entrega do samba-enredo com letra e gravação (que não precisa ser em estúdio). O não cumprimento de qualquer uma das normas leva à eliminação da participação no desfile de 2018.
O superintendente adjunto de Igualdade Racial, Rogério Siqueira, firmou que enquanto não se pode garantir verba municipal para às agremiações, alternativas serão buscadas.
— Teremos reunião com setores privados, nos quais vemos possibilidade de investimento e buscaremos verba federal através do Ministério da Cultura. Não temos como fazer promessas ou fixar valores porque no momento existe uma crise financeira com a qual estamos lutando — disse Rogério.
Participaram da reunião, além de Ricardo Silva e Rogério, a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Cristina Lima; o diretor do Trianon, Carlos Vazquez; o procurador da FCJOL, Mário Filho e o auxiliar especial da FCJOL, Rodolfo Souza. Entre os representantes das agremiações carnavalescas estava Marciano da Hora; Sílvio Roberto de Carvalho, Sérgio Viana, Leonardo Braz e Marcelo Rangel Velasco.
Fonte: Comunicação PMCG