Estudante de medicina que atropelou e matou a própria mãe irá a júri popular

O crime ocorreu no dia 28 de outubro de 2024, na Avenida Francisco Lamego, no Jardim Carioca


  • 13/01/2026, 11h57, Foto: Reprodução.

A Justiça determinou que Carlos Eduardo Tavares de Aquino Cardoso será levado a júri popular pelo atropelamento que resultou na morte da própria mãe, Eliane Tavares. O crime ocorreu no dia 28 de outubro de 2024, na Avenida Francisco Lamego, no Jardim Carioca, em Guarus, Campos.

O réu foi pronunciado em dezembro do ano passado, decisão que reconhece a existência de indícios suficientes de autoria e materialidade do crime, e agora aguarda a data do julgamento pelo Tribunal do Júri. (Leia mais abaixo)

Carlos Eduardo permanece preso no presídio de Itaperuna enquanto o processo segue em tramitação. A decisão judicial mantém a prisão preventiva até a realização do julgamento, considerando a gravidade do caso.

RELEMBRE O CASO - O delegado titular da 146ª DP/Guarus, Carlos Augusto, responsável pelo caso em que o estudante de medicina Carlos Eduardo Aquino Cardoso, de 32 anos, é acusado de atropelar e matar sua própria mãe Eliana Lima Tavares, de 59 anos, fato ocorrido no dia 28 de outubro (AQUI), concedeu coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (8), e apresentou seis pontos principais que levaram aos resultados finais da investigação, com a conclusão de que o atropelamento foi intencional. Entre eles, cita o delegado, o fato dele ao ver sua mãe Eliana já sem vida no local, menosprezou e não demonstrou nenhum sentimento ou dor, tentando ainda fugir do flagrante.

O delegado citou ainda que o local era bem iluminado e não teria como Carlos Eduardo não enxergar a bicicleta elétrica da mãe, que era bem conhecida por ele e até mesmo pela vizinhança devido a cor.

O delegado falou também sobre o histórico de agressões físicas e verbais, inclusive tendo obtido imagens de uma delas por causa de R$ 5,00.

Carlos Eduardo foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de feminicídio e crime de trânsito, e agora de investigado, passa a ser réu. (Leia mais abaixo)



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