Estado autoriza a realização de quatro concursos para a Polícia Civil

Ao todo, 80 vagas serão repostas, com previsão de preenchimento até o início de 2019


  • 06/07/2018 10h07 Foto: Divulgação.
O governo do Estado deu o aval para a abertura de quatro novos concursos para a Polícia Civil. As autorizações foram publicadas na edição desta sexta-feira do Diário Oficial. Ao todo, 80 vagas serão repostas, com previsão de preenchimento até o início de 2019. Serão direcionadas 50 vagas para inspetor, 20 para médico (perito) legista, quatro postos para técnico de necropsia e, por fim, mais seis vagas para a função de auxiliar de necropsia. As autorizações foram dadas após pedido feito pelo comando da corporação. Além dos quatro concursos, o Estado também prevê a contratação de mais 16 delegados. A abertura do certame foi autorizada na semana passada. O número de vagas foi definido após análise do Regime de Recuperação Fiscal. Está previsto na regulação do regime que o Estado só poderá repor vagas abertas durante o período de vigência. Desta forma, o governo calculou o déficit sobre as funções desde setembro de 2017, quando foi assinada a adesão ao regime. Apesar da autorização, o Estado ainda ficará distante de alcançar o número ideal de servidores vinculados à Polícia Civil. A lei que rege a corporação indica o efetivo de 23.126 agentes como o indicado. De acordo com o Caderno de Recursos Humanos do Estado do mês de maio, a corporação possui "somente" 9.305 servidores ativos. Promessa é de que o RAS de agentes seja pago ainda hoje Enquanto novos servidores estão prestes a ingressar na Polícia Civil, o Estado tenta diminuir a insatisfação dos que estão na ativa. O governo promete pagar, hoje, o que deve sobre o Regime Adicional de Serviço (RAS) até maio deste ano. Segundo a secretaria de Fazenda, serão beneficiados 3.391 servidores. A despesa foi estimada em R$ 3,575 milhões: — A expectativa da categoria é finalmente receber todas as dívidas do RAS. Não é possível que o Estado não saiba o quanto deve a seus policiais — disse Marcio Garcia, diretor de interesse de classe da Coligação dos Policiais Civis do Rio de Janeiro.



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