O ano de 2019 está chegando ao fim. O servidor da Prefeitura de Campos passou por momentos que não serão esquecidos: o reajuste salarial que não saiu (o governo municipal chegou a oferecer 4,18%, mas voltou atrás); o 13º salário que só saiu no apagar das luzes, com apenas 50% depositados após três decisões judiciais; dias seguidos de manifestação na Câmara de Vereadores para não perder gratificações; falta de condições de trabalho, entre outros.
As relações desgastadas entre o Governo Rafael Diniz e os servidores ficaram evidenciadas neste fim de ano. A sensação em Campos é de que os servidores tentam voltar ao ponto de partida, pois foi uma parcela expressiva deles que depositou esperanças e ajudou a eleição do atual governo. (Leia mais abaixo)
Com a economia em crise, o Governo Rafael Diniz não tem mostrado capacidade de reação. O governo não apresenta propostas que façam surgir uma luz no fim do túnel. E, assim, vive seu pior momento na relação com os milhares de servidores públicos. Um momento que pode chamado de 'descontentamento geral'.
SÉRGIO ALMEIDA E ELAINE LEÃO
Em entrevistas ao Campos 24 Horas, os dois líderes dos servidores municipais não poupam críticas ao Governo Rafael Diniz.
Sérgio Almeida, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipal (Siprosep), chega a dizer que “os servidores da Prefeitura de Campos vivem a pior situação dos últimos 46 anos”(veja entrevista aqui)
Já Eliane Leão, presidente da Associação dos Servidores Municipais, destaca que: " não aceitamos o discurso de que a folha de pagamento está no teto da Lei de Responsabilidade Fiscal, pois há cargos que deveriam ser extintos por total inoperância administrativa, como encarregado de localidade administrativa, encarregado regional, entre outros. É um afronta ao servidor público. O servidor está cansado de injustiça e de promessa vazia”, destaca Elaine. (Leia mais abaixo)