VÍDEO: policiais fazem homenagem a PM assassinado

Do IML até o Cemitério Campo da Paz, corpo foi acompanhado por policiais em viaturas com sirenes ligadas


18/02/2016     13h37     |    Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas [embed]https://youtu.be/kauT-b_WwgE[/embed] enterro18 enterro181 enterro182 enterro183 enterro184 enterro185 enterro186 enterro188 Escodino Atualizado - 16h10 - Cerca de 500 pessoas, entre amigos, familiares e agentes públicos estiveram presentes no sepultamento do policial militar Fernando Henrich Ribeiro Escodino Machado, de 28 anos, que foi morto por um tiro na cortejo18 cortejo181 cortejo182 cortejo183 cortejo185noite desta quarta-feira (17). O enterro ocorreu por volta das 15h30, no Cemitério Campo da Paz, em Campos. Policiais militares, civis, Corpo de Bombeiros, banda musical do 8° BPM e Guardas Municipais, de Campos e São Francisco de Itabapoana, onde Escodino trabalhou antes de passar para o concurso da Polícia Militar, estiveram presentes e prestaram a última homenagem ao soldado. O comandante do 8° BPM,  Marco Aurélio Pires Louzada, assim como o comandante do 6º CPA, coronel Lúcio Flávio Baracho, também estiveram presentes. Com um clima de consternação, amigos e familiares do soldado Escodino estavam visivelmente abalados com a perda. Cortejo  Num de muita comoção, policiais militares lotados no  8º Batalhão de Polícia Militar participaram, na manhã desta quinta-feira (18), um cortejo fúnebre para o soldado Fernando Henrich Ribeiro Escodino Machado, de 28 anos, que morreu após ser baleado na noite desta quarta (17), no Parque Bandeirantes, em Guarus, Campos. (Confira o vídeo acima). O soldado Escodino teve o corpo levado do Instituto Médico Legal(IML) até o Cemitério Campo da Paz em um carro que foi acompanhado por 10 viaturas das Polícias Militar e Civil, com as sirenes ligadas. O cortejo percorreu diversas ruas do Centro até chegar ao cemitério,  onde ocorrerá o sepultamento às 16h. Durante todo o trajeto, o corpo de Escodino seguiu no carro de uma funerária. Escodino estava à paisana, pilotava uma moto quando levou um tiro pelas costas. Um menor de 17 anos confessou a autoria do tiro e alegou que “imaginou que o policial seria de uma facção rival”.  



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