
Eles estão de volta mais densos e intensos, novamente “Transgressores”. Sucesso em 2017, o espetáculo teatral dirigido por Fernando Rossi volta à cartaz no Teatro de Bolso (TB) Procópio Ferreira nesta semana, de sexta (10) a domingo (12) e nos próximos 17 e 18 de agosto, sempre às 20h. A montagem é direcionada a maiores de 18 anos e os ingressos saem a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).
Apresentado pela Ruptura Cia de Arte, “Transgressores” leva aos palcos cinco adaptações para teatro de autores contemporâneos. Com personagens que se põem à margem da sociedade ou estão lá por não serem aceitos nos padrões, o espetáculo é extremamente impactante. Com estreia em outubro de 2017 no próprio TB, Rossi ressalta que a montagem passou por muitas mudanças.
— Quem não viu vai se impactar, quem já viu vai se surpreender. Apresentamos o espetáculo no último ano em apenas um final de semana e muita gente pediu para que voltássemos com a peça. Então, voltamos, mas está tudo diferente. Os personagens são muito ricos e quisemos mostrar mais sobre alguns deles, para que o público tenha mais subsídios para conhecê-los — comentou o diretor.
Os textos utilizados são “Eu, o Coringa, venci o Batman!”, de Frei Betto, com o ator Jhonattan Reis; “A noite em claro”, de Joaquim Vicente e com ator Saullo Oliveira; “Uma Flor de Dama”, de Silvero Pereira, com Rodri Mendes na atuação; “Caranguejo Overdrive", de Pedro Kosovski, interpretado pelos atores Lucas Machado e Arnaldo Zeus Neto. Fechando a montagem, “Além do Ponto", um conto instigante de Caio Fernando Abreu, com a ator Caio Paes Freitas.
“Transgressores” também conta com, além de atores e diretor, a cenotécnica de Igor Salino, a cenografia de Vanderlei Machado, operação de desenho de luz de Joelcio Barros “Branco”, operação e pesquisa de som e imagem de Victor Minneiro. A maquiagem e figurino ficaram por conta do Grupo.
— Não só os atores e eu estamos muito empolgados, mas toda a equipe técnica também. A cenografia está diferente e a luz também mudou. Nesta montagem, não contaremos com o cantor Brenno como da última vez, mas ganhamos mais um acréscimo, que são os próprios atores cantando em uma união de potencialidades. O espetáculo está muito bacana, vale a pena assistir ou reassistir — frisou Rossi.