Educação reativa o 36º laboratório de Informática este ano

Desta vez a escola beneficiada foi a Maria Antônia P. Trindade, em Dores de Macabu. A reinauguração oficial ocorreu em meio à Festa da Primavera, organizada pela unidade


  • 04/10/2018 17h56 Foto: Divulgação .
A secretaria municipal de Educação, Cultura e Esporte (Smece) reinaugurou nesta quinta-feira (4) mais um laboratório de informática, totalizando 36 este ano. Desta vez, a escola beneficiada foi a Maria Antônia P. Trindade, em Dores de Macabu. A reativação oficial ocorreu em meio à Festa da Primavera, organizada pela unidade, que contou ainda com desfiles, apresentações culturais, esportivas e o lançamento da primeira edição do “Gazeta Quilombola”, o jornalzinho feito pelos estudantes. Educação reativa laboratórios de informática em escolas da rede A subsecretária de Projetos e Convênios da Smece, Joana Campinho, conferiu as ações desenvolvidas na unidade. “Quero agradecer o empenho de todos vocês da escola, da nossa equipe da secretaria e ao secretário Brand Arenari, que nos dá independência para trabalhar e permitir que coisas como esta aconteçam cada vez com mais frequência. Com compromisso, transparência e inteligência institucional estamos conseguindo avanços e construindo a educação que almejamos”, ressalta. O evento contou ainda com apresentação de taekwondo, dança e exposição de artesanato, todos frutos das oficinas do programa Novo Mais Educação, realizadas no contraturno escolar da unidade. Para Fabíola de Andrade, diretora da escola, é a realização de um sonho poder presenciar tudo que está sendo desenvolvido hoje na unidade. — Quando cheguei a sala de vídeo estava fechada, o laboratório de informática fechado e estávamos com poucas atividades extracurriculares. Hoje está tudo funcionando e os alunos passam mais tempo na escola, por conta das oficinas. Nossa comunidade é afastada no Centro, há menos oportunidades, então nossos alunos precisam mais dessas iniciativas e adoram — destaca. Quando o assunto é permanecer mais horas na escola e aproveitar a estrutura e iniciativas da unidade Yuri de Lima, 11 anos, e Carlos Eduardo Espírito Santo, de 12, são bons exemplos. Os dois são os que mais utilizam o laboratório de informática e aproveitaram a disponibilidade dos computadores e dos professores Priscilla e Marcelo para criarem o próprio jornal. — A gente queria falar sobre os eventos da escola e o que acontece aqui.  A escola ficou bem melhor com o laboratório, a gente aprende e desenvolve coisas novas — pontuam os estudantes que, inclusive, prestam uma homenagem à diretora na primeira edição do impresso, com direto a promessas de melhora no comportamento. De acordo com a coordenadora do Programa Escola Conectada 3.0 da Smece, responsável pela reativação dos laboratórios, Anna Karina Vieira de Azevedo, na próxima edição do jornal já é possível que os estudantes possam utilizar o programa mais adequado e parecido com os usados nas redações profissionais. Os laboratórios funcionam como um complemento pedagógico. Neles, os estudantes trabalham com jogos, programas educacionais, têm acesso à internet, a videoaulas e a um banco de atividades práticas, reunidas e produzidas pelos profissionais da Smece ao longo de 2017. Fonte: Comunicação PMCG



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