O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador Luiz Zveiter (foto), confirmou que a cerimônia de diplomação dos prefeitos e vice-prefeitos eleitos ou reeleitos dos 92 municípios fluminenses, nas últimas eleições, ocorrerá no próximo dia 13 de dezembro. A solenidade acontece a partir das 14h, no Plenário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), Lâmina Central, na Avenida Erasmo Braga, 115, 10º andar, no Centro, na capital fluminense. A decisão de Zveiter em realizar a diplomação dos prefeitos e vice prefeitos no TJ-RJ, e não nos respectivos municípios dos eleitos, não teve boa repercussão por parte de alguns políticos.
Desde ontem, o TRE-RJ começou a receber os pedidos de credenciamento dos profissionais de imprensa para o evento. A lista deve ser enviada até sexta-feira, dia 7 de dezembro, para o e-mail [email protected], com o nome completo, o número do documento de identificação e a função dos profissionais credenciados, além do veículo de comunicação. (Leia mais abaixo)
Os crachás vão ser retirados exclusivamente até as 19h da quarta-feira, dia 12 de dezembro, na Assessoria de Comunicação Social do TRE-RJ, na Avenida Presidente Wilson 194, sobreloja.
Emissoras de rádio, portais de internet e veículos impressos terão direito a duas credenciais. As equipes das emissoras de televisão terão direito a cinco crachás. Não haverá reposição de credenciais já retiradas e esquecidas ou extraviadas. Apenas representantes dos veículos de imprensa, devidamente identificados, podem fazer a retirada dos crachás.
Críticas – O deputado federal Anthony Garotinho (PR) disse em seu blog que a medida do presidente do TRE-RJ em unificar o local da diplomação “contraria a praxe de todos os tribunais eleitorais do país até hoje”.
Garotinho vai além: “Por pura vaidade, Luiz Zveiter marcou uma cerimônia única com todos os 92 prefeitos eleitos no auditório do novo prédio do Tribunal de Justiça do Rio. Com isso nenhum prefeito poderá festejar com o povo da sua cidade como sempre aconteceu, uma vez que sempre foi o juiz eleitoral de cada município quem diplomava os eleitos”, argumentou o parlamentar.