Dezembro Vermelho aberto pela Associação Irmãos da Solidariedade com seminário

O seminário aconteceu na Faculdade de Medicina de Campos


  • 01/12/2017, 16h26, Foto: Campos 24 Horas.
Para a fundadora e presidente da única casa de apoio do estado do Rio, Fátima Castro, com o decorrer dos anos o país cada vez mais foi deixando de falar sobre o problema, ou seja, de educar os mais jovens e o resultado pode ser comprovado nos dias atuais. “Quem vê cara não vê HIV. Aids até pode ver, mas HIV não, daí a importância de se falar todos os dias sobre o problema que atinge a todos as camadas sociais”, afirma Fátima Castro. A primeira mesa de debates foi formada por um grupo considerado em Campos pioneiro no combate a Aids, que levantou a bandeira da prevenção quando a doença ainda era quase que totalmente desconhecida no país, no final dos anos 80 e início de 90: O infectologista Nélio Artiles, a assistente social Fátima Castro e a também assistente social, Maria Clélia Coelho. Para os três, embora hoje exista muito mais conhecimento, esclarecimento e avanço da medicina, o fato é que ainda há muito por se fazer. - Num país onde para muitos ainda não se comida, infraestrutura básica, entre outros problemas, a doença tende a ficar muito mais séria do que se pensa. Sem falar que nas unidades de saúde (hospitais) da rede pública falta tudo, até mesmo uma tolha ou papel para as mãos. Tudo isso precisa ser discutido – acrescenta Nélio Artilles. O evento foi aberto com o Hino Nacional Brasileiro entoado pela cantora Fernanda Barroso e acompanhamento de Sebastião Floriano. Em seguida um momento de emoção quando  Fernanda cantou a música Trem Bala, emocionando a todos. O evento prosseguiu durante todo o dia, mas o apitaço que estava previsto para às 18h, em frente à Universidade Estácio de Sá, foi cancelado devido às chuvas. O evento contou com a parceria da Faculdade de Medicina, Universidade Estácio de Sá, Laboratório Plínio Bacelar, Xerox do Victor, além de apoio da Prefeitura de Campos, entre outros.



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