Desenvolvimento Ambiental e Pesca realizam visita técnica à Fazenda de Camarão de Aperibé

O objetivo foi entender o processo de licenciamento ambiental do empreendimento


  • 30/03/2017 18h03 | Foto: Comunicação PMCG.
Representantes da Prefeitura de Campos realizaram uma visita técnica a uma criação de camarão de salgada em Aperibé, no Noroeste Fluminense, na última semana. Entre os desafios encontrados pelos proprietários, estão o clima e o fato da criação estar localizada longe do mar. O objetivo foi entender o processo de licenciamento ambiental do empreendimento. Participaram da visita técnica o secretário de Desenvolvimento Ambiental, Leonardo Barreto; o superintendente de Pesca e Aquicultura, José Roberto Pessanha; e o superintendente adjunto, José Armando Barreto, que também se reuniram com técnicos da secretaria do Ambiente de Aperibé. A criação é considerada Projeto Verde por estar dentro dos padrões ambientais. A fazenda está localizada a 150 km do litoral e, no projeto, existem nove viveiros em seis estufas. Segundo José Armando, Campos oferece todas as condições para que empreendimentos produtivos deste nível sejam implantados. — Temos potencial hídrico, relevo ideal e condições de clima favoráveis. As práticas de produção desenvolvidas nesta fazenda impedem a proliferação da mancha branca, vírus que vem atacando as fazendas de criação no Nordeste e que, aliada à proibição de pesca por conta do defeso em vigor, faz com que os preços do crustáceo cheguem a níveis astronômicos — informa o superintendente adjunto, ressaltando a valorização do produto no mercado. — Um grande obstáculo ao desenvolvimento da piscicultura é com certeza a dificuldade do segmento em atender as exigências para o licenciamento ambiental. A Fazenda de Camarão em Aperibé está em plena produção, com regularidade ambiental atestada pelo próprio município – informa. Camarão — Segundo o IBGE, a Região Nordeste foi responsável pela quase totalidade da produção nacional (99,3%), sendo os Estados do Ceará e Rio Grande do Norte os maiores produtores. “Com parcerias, tecnologia e investimentos, quase em sua totalidade do setor privado, poderemos incluir Campos neste produtivo e rentável setor econômico, que hoje responde pé segunda maior fonte de recursos para o estado do Rio Grande do Norte”, finaliza. Fonte: Comunicação PMCG 



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