Descubra quatro hábitos que cortam o efeito do anticoncepcional

Saiba o que pode afetar a eficácia da pílula


  • 15/08/2021, 00h20, Foto: Reprodução.

Embora a pílula anticoncepcional tenha uma alta taxa de eficácia para impedir uma gestação indesejada, é preciso saber usá-la. Existem alguns hábitos que podem cortar seu efeito e expor a mulher a um risco maior de gravidez. Veja, a seguir, situações que podem interferir no medicamento. Confira:

1. Esquecer um dia A pílula anticoncepcional é um medicamento de uso contínuo e de longo prazo. Logo, se a pessoa esquecer de tomar um dia, seus níveis hormonais podem se desregular e as chances de engravidar aumentam. Por isso, se for difícil tomar a pílula diariamente, outros métodos anticoncepcionais podem ser melhores. (Leia mais abaixo)

2. Vômito ou diarreia  Quando uma pessoa vomita, a pílula pode voltar ou o corpo pode não tê-la absorvido ainda. Nesses casos, se o vômito ocorrer até duas horas depois de tomar a pílula, o mais indicado é tomar outra. Se, por outro lado, ocorrer após as duas horas, não há necessidade de tomar mais uma. Porém, na dúvida, sempre é bom falar com um ginecologista.

3. Não tomar os comprimidos na mesma hora  Além de tomar pílulas anticoncepcionais diariamente, a pessoa também deve tomá-las no mesmo horário todos os dias para manter os níveis hormonais de forma mais consistente.

O recomendado é que se tome a pílula na mesma janela de tempo de 3 horas todos os dias. Por isso, muita gente coloca um alarme diário para lembrar de tomar a pílula na hora certa todos os dias.

4. Medicamentos que interferem com a pílula Alguns medicamentos podem tornar a pílula menos eficaz. Logo, toda vez que a mulher está tomando pílula e precisa tomar outro tipo de remédio, o ideal é conversar com o médico para saber se existe alguma interação.

E o álcool? Bebidas alcoólicas sozinhas não cortam o efeito da pílula, porém, se a pessoa exagerar na quantidade pode esquecer de tomá-la ou ainda vomitar, o que — como já foi falado — poderia resultar na ineficácia do medicamento. (Leia mais abaixo)

Fonte: Dr. Jairo Bouer



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