Postado por Fabiano Venancio - O cenário eleitoral que começa a se desenhar para o pleito de outubro deste ano traz desafios para o prefeito Wladimir Garotinho (PP), que vão além da tentativa de se eleger para deputado federal ou vice-governador. Wladimir também buscará eleger dois pré-candidatos a deputado estadual de seu grupo político, casos de Bruno Dauaire (União Brasil) e Thiago Virgílio (Podemos). Além disso, vai ter que encarar o ano eleitoral com seu pai Garotinho candidato, que ainda está vivo politicamente, podendo disputar o mesmo cargo que ele, ou seja, de deputado federal.
Apesar de todo o seu talento político e a gestão bem avaliada na Prefeitura, o cenário também é desafiador para Wladimir no que diz respeito ao eleitorado, que, naturalmente, se divide nas eleições para o Legislativo. (Leia mais abaixo)
Não há dúvida que o prefeito é o grande favorito para a disputa de deputado federal em Campos e região. Mas, historicamente, muitos candidatos a deputado egressos de outras cidades recebem votações expressivas em Campos por conta da ligação que mantém com lideranças políticas locais.
BRUNO, THIAGO E GAROTINHO- Na avaliação dos interlocutores de Wladimir ouvidos pelo Campos 24 Horas, o prefeito e o vice Frederico Paes serão determinantes na condução das negociações eleitorais para eleger Bruno Dauaire e Thiago Virgílio para Alerj. Wladimir pelo peso eleitoral que carrega e Frederico porque poderá assumir o cargo de prefeito e, como tal, dará as cartas junto aos principais cabos eleitorais dos bairros e distritos. (Leia mais abaixo)
A presença do pai Garotinho como pré-candidato impõe a Wladimir a necessidade de ampliar o leque de apoios fora do município, a fim de que tenham votação suficiente para a conquista de dois mandatos. Em situações normais, bastaria a votação de Campos.
Dentro de casa, estas não são eleições comuns para o prefeito Wladimir. A afirmação pode parecer um clichê, mas é verdadeira. Ele vai muito bem na condução da Prefeitura e das políticas públicas, mas terá que equilibrar a relação política com seu pai. (Leia mais abaixo)
Vale lembrar que, caso resolva disputar a eleição desse ano, Wladimir terá que deixar o cargo de prefeito até 4 de abril, prazo de desincompatibilização determinado pela legislação eleitoral.
(Leia mais abaixo)