
Servidores do DEGASE que trabalham no Centro de Socioeducação Professora Marlene Henrique Alves, unidade de internação para menores infratores em Campos, procuraram o sindicato dos servidores do Órgão para fazer uma denúncia: Devido à falta de manutenção e conservação da unidade, há infestação de animais peçonhentos e transmissores de doenças na unidade. De acordo com os vídeos e fotos enviados, há proliferação de escorpiões, cobras, ratos, baratas e lacraias, que saem dos bueiros e tocas localizadas no terreno da instituição e que invadem o interior das unidades, urinando e defecando pelos corredores do local onde convivem menores infratores e servidores públicos. O mato alto, que não é cortado regularmente, contribui para o quadro.
Além disso, um problema crônico no fornecimento de água na unidade, continua desde a inauguração do local. Apesar das denúncias feitas pelos servidores e veiculadas na mídia, o problema não foi solucionado. Continua faltando água para banho, descarga e lavagem das mãos. Água na unidade, somente duas vezes ao dia, em horários determinados.

Também existem diversos focos de mosquitos acarretados pela presença de materiais descartados irregularmente no interior do terreno, além de outros materiais potencialmente perigosos como vergalhões e ripas de madeira, que em caso de novas rebeliões, podem ser usados para ferir e matar outras pessoas.
Com capacidade para 130 internos, a unidade acautela mais de 250 jovens atualmente.
Fonte: Sind Degase