Cursos abrem portas para o mercado de trabalho

Os interessados devem estar referenciados em algum programa social e buscar encaminhamentos no Cras


16/11/2015   às 11h  -   Foto: Rodolfo Lins/Sup. de Comunicação fotojhgfdA Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, através do Programa de Inclusão Produtiva e Economia Solidária, oferece diversos cursos, como cabelereiro, manicure, padaria, corte e costura e arte em feltro, entre outros. Os interessados devem estar referenciados em algum programa social e buscar encaminhamentos no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo. —Faço curso, porque pretendo investir nesta área de beleza. Eu já tinha experiência, mas é sempre bom aprimorar. Tenho vontade de montar o meu ateliê, e com o certificado, vou abrir meu salão. Eu faço unha todos os dias, dá pra tirar uma renda. Se eu trabalhasse numa empresa, teria que esperar até o fim do mês — disse Juliana Vieira Lima, 27 anos, aluna do curso de manicure. Katrine Meireles Vicente Alves, 19 anos, já tem experiência há algum tempo e está fazendo o curso de cabelereiro para aprender novas técnicas. Já Ingrid da Silva Reis de Paula, 34 anos, faz cabelo para os familiares e amigos. Ela faz o curso para poder trabalhar e ter sua própria renda. - No ano passado, 110 alunos se formaram nos cursos de duração de 10 meses. Ao logo do ano que vem, cerca de 250 alunos vão se formar nos cursos de cartonagem, manicure, serigrafia, cabelereiro, entre outros – informou a gerente da Inclusão Produtiva e Economia Solidária, Rita Souto. O grupo de artesanato é formado por 160 artesãos assistidos pelo programa. A loja do Economia Solidária funciona na Praça São Salvador. O programa conta com três parceiros: Sebrae, Vigilância Sanitária e o Fundo de Desenvolvimento Econômico (Fundecam).



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