Crise da Uenf: promessa de pagamento durante encontro de Reitor com Secretário

Aposta em cima de assinatura do acordo de recuperação fiscal


  • 09/08/2017 11h21 | Foto: Divulgação.
O reitor da UENF, Luis Passoni, se reuniu com o  secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, Gustavo Tutuca na última terça-feira, 08, na sede da SECTDS, no Centro do Rio, para discutir a crise da universidade. Na conversa, o secretário se mostrou otimista com as ações propostas pelo Governo do Estado, como a venda da folha de pagamento dos servidores estaduais. Tutuca, que assumiu o cargo na última quinta-feira, já vem realizando reuniões com o corpo técnico da pasta para detalhar a real situação do órgão e das instituições de ensino vinculadas à SECTDS. – A licitação da folha de pagamentos dos servidores e a assinatura do acordo de recuperação fiscal com o governo federal vão dar um alívio para o caixa do estado e, com isso, normalizar essa situação nos próximos meses. A minha expectativa é que, até outubro, nós vamos conseguir normalizar os serviços e os salários dos servidores, não apenas da Uenf, mas de todas as universidades vinculadas à pasta – comentou o secretário. No encontro, Luis Passoni destacou que a maior reivindicação dos servidores da Uenf, que está em greve, é pela regularização dos salários. Ele acredita que, resolvida essa questão, e também a dívida com os fornecedores, os trabalhos possam ser retomados. Além do reitor, participaram da reunião o subsecretário executivo da pasta, Gabriell Carvalho Neves Franco dos Santos, e o chefe de gabinete da Uenf, Raul Ernesto Lopez Palácio. – Realizamos esse encontro de trabalho com o novo secretário, que reassumiu a pasta da Ciência e Tecnologia, para passar a ele as reivindicações da Uenf. Nessa conversa, eu coloquei a necessidade de termos uma verba contínua para a manutenção da universidade, porque conseguiríamos nos organizar. A situação do Estado se agravou com a questão do atraso dos salários, que se somou às dívidas acumuladas, que vem desde 2015. Há um consenso de que a questão do salário é fundamental para conseguirmos resolver essa questão – declarou o reitor. Fonte: Ascom



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