AO VIVO: CPI da Covid-19 ouve servidora que autorizou contrato da Covaxin

Regina Célia Silva Oliveira foi citada pelo chefe de importação do Ministério da Saúde como responsável por ter dado o aval para a aquisição das vacinas mesmo diante de denúncias de irregularidades


  • 06/07/2021, 09h13, Foto: Reprodução.

Atualizada às 10h03 Acompanhe ao vivo ao final das informações - A CPI da Covid-19 ouve, nesta terça-feira, 6, a servidora Regina Célia Silva Oliveira, fiscal de contratos do Ministério da Saúde, responsável por autorizar a compra da vacina Covaxin mesmo diante de denúncias de supostas irregularidades. Ela foi citada na sexta-feira, 25, pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e por Luis Ricardo Miranda, chefe de importação do Departamento de Logística da pasta, que afirmou, em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), ter sofrido “pressão anormal” para liberar a aquisição do imunizante indiano. Regina deu o aval positivo para o contrato mesmo com erros constatados na invoice (nota fiscal). Segundo os irmãos Miranda, o documento trazia número menor de doses do que o combinado, determinação de pagamento antecipado e o nome de uma empresa intermediária que não constava no acordo.

10:38 – ‘Não haveria pagamento antecipado no contrato da Covaxin’, diz servidora Regina Célia afirmou não ser “verdade o fato de ter pagamento antecipado” no contrato da Covaxin. Ela explica que havia uma “cláusula expressa” que previa o pagamento apenas após a entrega do produto ou da aprovação da Anvisa, o que não ocorreu. (Leia mais abaixo)

10:33 – ‘Minhas nomeações foram por razões técnicas’, diz Regina Célia Fiscal de contratos do Ministério da Saúde, Regina Célia disse que nunca foi nomeada para um cargo por “indicação política”. “Minhas nomeações foram exclusivamente por razões técnicas”, acrescentou. Ela afirmou que ocupou cargos em diversas gestões na Saúde, incluindo as gestões de José Gomes Temporão, José Serra e Ricardo Barros.

10:31 – Regina Célia faz sua exposição inicial  Ela terá até 15 minutos para se manifestar. Na sequência, o relator da CPI da Covid-19, Renan Calheiros (MDB-AL), fará seus questionamentos.

10:09 – Líder do governo diz que servidor do Ministério da Saúde fraudou documento  Líder do governo no Senado, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) afirmou que apresentará um requerimento de nova convocação de Luis Ricardo Miranda, chefe de importação do Ministério da Saúde. O emedebista disse que está caracterizado crime de falso testemunho, uma vez que, segundo o parlamentar, ele produziu um documento que não existia, qual seja, a invoice (nota fiscal). “A narrativa de uma eventual prevaricação do presidente está baseada em uma invoice que não existia quando da audiência no Palácio da Alvorada [no dia 20 de março]. É dever desta CPI afastar esta informação, que já está à disposição da CPI”, disse.

10:03 – Otto Alencar pede convocação de diretora-executiva da Precisa O senador Otto Alencar (PSD-BA) pediu a convocação da diretora-executiva da Precisa Medicamentos, Emanuela Medradades, cujo requerimento de convocação já foi aprovado. Na quinta-feira, 1º, a CPI da Covid-19 iria ouvir o sócio da empresa, Francisco Maximiano, mas a oitiva foi adiada por tempo indeterminada, em razão de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu a Max, como é conhecido, o direito de permanecer em silêncio.

09:55 – Sessão é aberta Presidente da CPI da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM) abriu os trabalhos desta terça-feira, 6. (Leia mais abaixo)

Fonte: Jovem Pan



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