Coppam propõe debate sobre demolição de casarão


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013 (Foto: arquivo)

Entidades foram convidadas para uma reunião conjunta com o Conselho Municipal de Cultura  (Leia mais abaixo)

prédio demolido foto nova 1Visando debater a demolição arbitrária do Casarão da Família Silva Pinto, o presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Arquitetônico Municipal (Coppam), professor Orávio de Campos, está convocando uma reunião conjunta com o Conselho Municipal de Cultura para o próximo dia 16, a partir das 9h30, nas dependências do Teatro de Bolso.

Estão convidados, também, lideranças da sociedade civil, como os presidentes da Acic, Getúlio Almeida; Carjopa, Eduardo Chacur; e CDL, Marcelo Mérida, além de dirigentes da Associação Norte Fluminense de Engenheiros e Arquitetos (Anfea), Fabricio Alvarenga e Cláudio Valadares, responsável pelas obras de revitalização do Centro Histórico.

- A demolição do importante prédio histórico ao arrepio das leis, atropelando, inclusive, os processos ora em tramitação na 4ª Vara Civil e no Ministério Público, precisa ser analisada pela sociedade, para que estes atos de rebeldia não voltem a acontecer, em prejuízo de nosso patrimônio cultural diz o presidente do Coppam.     Também as mídias, formadoras de opinião, estão sendo chamadas a contribuir para o encontro de soluções práticas para evitar que o patrimônio municipal seja dilapidado, como vem sendo. “As emissoras de rádio, televisão, redes sociais e jornais impressos e onlines tiveram destaque neste momento de crise na preservação do patrimônio arquitetônico”.

O professor Orávio de Campos lembrou que a idéia de preservação é nova e nasce com o Plano Diretor, que é de2008. “A prefeitura vem dando total apoio às ações que visam dar consistência ao cumprimento do Plano Diretor e avança quando assume e festeja a revitalização de nosso Centro Histórico”, enfatiza.

Para este momento de se debater e se refletir sobre a demolição, além das entidades citadas, outras interessadas poderão estar presentes. “Se não tomarmos providências contra o que ocorreu, poderá desencadear um processo de demolições em série, colocando no chão peças importantes do nosso acervo patrimonial”, finaliza o presidente do Coppam. (Leia mais abaixo)



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