As faixas de contribuição dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos feitas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram atualizadas em janeiro deste ano, com o reajuste do teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22.
Veja abaixo as faixas de contribuição: (Leia mais abaixo)
Com a reforma da Previdência de 2019, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor.
Ou seja, se o trabalhador ganha mais de um salário mínimo, ele paga 7,5% de alíquota de contribuição sobre R$ 1.212 e outros percentuais no que exceder esse valor, de acordo com a tabela abaixo:
Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,80 de contribuição.
Quem ganha R$ 2.000 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre R$ 788 (R$ 70,92), totalizando R$ 161,82.
Já quem ganha R$ 4.500 terá a seguinte contribuição, seguindo as faixas de valores da tabela acima: (Leia mais abaixo)
Benefícios têm reajuste de 10,16%
Aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios acima do salário mínimo tiveram reajuste de 10,16% na remuneração. Com o reajuste, o teto dos benefícios do INSS passou de R$ 6.433,57 a R$ 7.087,22.
Já para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional, passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo.
Veja abaixo como ficaram os valores reajustados de acordo com o novo salário mínimo e INPC – valores referentes a mais de um salário mínimo englobam quem já estava recebendo os pagamentos em 1º de janeiro de 2021.
Fonte: G1