Comitê de Cidadania recebe elogios da sociedade civil

Grupos religiosos e independentes participam semanalmente das reuniões do Comitê


13/07/2016         15h16       |     Foto: Divulgação  photos-58O Comitê de Cidadania de Moradores em Situação de Rua ouviu de grupos de representantes da sociedade civil sobre os abrigos oferecidos pela Prefeitura de Campos aos moradores em situação de rua. O encontro, realizado na tarde desta terça-feira (12), discutiu ainda, futuras visitas às entidades para os grupos que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer os equipamentos da Prefeitura. - Falamos dos abrigos, mas não temos noção da estrutura e do trabalho realizado neles. Fiquei muito impressionada com as instalações e com o atendimento aos moradores. Vi que além da alimentação, o intuito naqueles lares é realmente aumentar a autoestima daquelas pessoas para que elas possam retornar a sua vida normal - afirmou a representante do Grupo Espírita Culto Pedro, Irlena Carneiro Escocard. Segundo a diretora do Departamento de Proteção Social Especial da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, Terezinha Vidal, muitas pessoas sabem que este trabalho é feito, mas não têm a exata dimensão com que ele acontece. - Visitar os abrigos e lares oferecidos pela prefeitura é uma forma de ver como procedemos com cada caso que recebemos, e ver toda infraestrutura utilizada por nós.  Convidamos a todos que tiverem interesse em conhecer nossos lares para ver que mais que alimentar e vestir os moradores em situação de rua, nós prezamos pela ressocialização – destacou Terezinha. Grupos religiosos e independentes participam semanalmente das reuniões do Comitê de Cidadania de Moradores em Situação de Rua. Nas reuniões, os grupos são instruídos sobre como proceder na ajuda sem prejudicar o trabalho realizado pelo comitê, uma vez que alimentar os moradores em situação de rua sem planejamento prévio, só aumenta o numero deles. - Para ajudar a um morador em situação de rua tem que ter um planejamento estratégico, contando com acompanhamento psicológico, para que ele não queira ficar na rua e possa ser ressocializado – disse a diretora do Departamento de Proteção Social Especial.  



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