Libertado comerciante que ficou refém de bandidos 2 dias

Comerciante sequestrado ao sair de casa tinha quantia em dinheiro para comprar gado


26/07/2016    09h59 (Atualizado às  21h17)   |    Foto: Reprodução bef5faac-67d2-4c63-91f1-93b420bacf39 O comerciante Amarildo Gomes Silva, 54 anos, dono de um açougue em Goitacazes,  que tinha sido sequestrado na madrugada desta segunda-feira(25), ao sair de sua casa,  foi colocado em liberdade no final da tarde desta terça-feira(26). Ele foi deixado pelos bandidos numa estrada entre as localidades de Espinho e Beira do Taí, na Baixada Campista. A Polícia Militar tomou as primeiras declarações do comerciante, que passou quase dois dias refém de bandidos. Ao ser encontrado, o comerciante estava  com uma crise hipertensiva (pressão arterial alta) e foi levado pela polícia para um hospital.  Fontes da polícia informam que foi roubada uma quantia em dinheiro do comerciante. O total roubado, contudo, não foi revelado. Segundo o comerciante sequestrado, bandidos armados o colocam em um Gol de cor branca. Em seguida, lhe colocaram um capuz e ficaram rodando por várias horas. Somente depois de receber alta médica, o comerciante prestará depoimento na 134ª DP/Centro. A polícia informou ainda que outros detalhes do sequestro ainda não podem ser informados. Como aconteceu O comerciante Amarildo Gomes Silva, 54 anos, dono de um açougue em Goitacazes, despareceu na madrugada desta segunda-feira (25). Segundo parentes, ele saiu de sua casa com uma quantia em dinheiro para comprar gado. A esposa do comerciante, R.M.S., de 50 anos, disse ao Campos 24 Horas que ele saiu de sua casa em direção à uma chácara, na localidade do Espinho, na Baixada Campista. No início da manhã,  ele fez uma ligação do seu celular,  pedindo para ela desligasse o freezer do açougue. A partir daí, não fez mais contato, nem retornou a casa. "Eu estava dormindo e não vi a hora que ele saiu. Quando ele ligou e pediu que eu desligasse o freezer era por volta das 8h", disse a esposa. Ainda segundo familiares, ligaram do celular do comerciante, porém a ligação estava muito distante e não foi possível estabelecer um diálogo. A família esteve na chácara e encontrou apenas o carro do comerciante, um Gol de cor vinho.



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