Chegada de leitor mirim à Biblioteca Infantil marca reabertura do Palácio da Cultura

Com ambientes renovados, acervos reorganizados e atendimento ao público retomado, o espaço reafirma sua importância como centro de difusão do conhecimento e da memória literária da cidade


  • 10/11/2025, 17h24, Foto: Divulgação.

O primeiro dia útil após a reinauguração do Palácio da Cultura foi marcado por uma cena simbólica e emocionante: a chegada do primeiro leitor mirim à Biblioteca Infantil. O pequeno William veio acompanhado da mãe, Luciana Kezen, escritora, tradutora e atriz, que fez questão de apresentar ao filho o espaço que marcou sua própria infância.

Luciana expressou a emoção de retornar ao local que guarda parte de sua história e memória afetiva. “Estou emocionada com a reabertura do Palácio da Cultura e a reabertura funcional das duas bibliotecas. Frequentava esse espaço desde criança, quando minha primeira apresentação foi aqui”. (Leia mais abaixo)

A presença de Luciana e William reflete o espírito que move a nova fase do Palácio da Cultura: o de ser novamente um espaço vivo de encontro, leitura, arte e formação de novas gerações. A reinauguração devolve à população um dos patrimônios mais simbólicos da cidade, agora revitalizado e pronto para receber o público com programação cultural e acervo acessível a todas as idades.

O primeiro livro escolhido por William foi um título infantil repleto de cores e imaginação — símbolo do início de uma nova fase para o espaço, que volta a cumprir seu papel de inspirar o gosto pela leitura desde cedo. A curiosidade do pequeno leitor chamou a atenção de todos, que o acolheu com entusiasmo, reforçando o propósito do lugar: aproximar as crianças dos livros e estimular o hábito da leitura como fonte de descoberta e encantamento. (Leia mais abaixo)

A reabertura da Biblioteca Infantil e da Biblioteca Municipal Nilo Peçanha representa um marco na retomada das atividades culturais e educativas no Palácio da Cultura. Com ambientes renovados, acervos reorganizados e atendimento ao público retomado, o espaço reafirma sua importância como centro de difusão do conhecimento e da memória literária da cidade.

Mais do que um prédio restaurado, o Palácio da Cultura renasce como um espaço de pertencimento, onde antigas gerações se reencontram com lembranças e novas descobrem o prazer de aprender, criar e imaginar. (Leia mais abaixo)

O sorriso de William ao folhear o livro, desenhar e recortar, pós-reinauguração, é um retrato fiel do que se espera dessa nova etapa: uma cidade que se reconecta com sua história por meio da leitura, da arte e da cultura.



fique bem informado