CAOA Chery Arrizo elétrico chega ao Brasil por R$ 159.900

Arrizo 5e é o primeiro sedã elétrico à venda no país. JAC J5 será concorrente assim que suas vendas se iniciarem


  • 30/09/2019 | PATROCINADO.

Depois de Renault, Nissan e JAC, a CAOA Chery entra no mercado de carros elétricos no Brasil. O sedã elétrico Arrizo 5 e chega por R$ 159.900 e se posiciona acima do JAC iEV40 e do Renault Zoe. 

Com 75,6% de peças intercambiáveis com o Arrizo 5 Flex, o modelo elétrico traz os mesmos 4,54 m de comprimento, 1,48 m de altura, 1,81 m de largura e entre-eixos de 2,65 m. O porta-malas não foi comprometido e leva 430 litros. (Leia mais abaixo)

O que muda?

Esteticamente, o Arrizo 5e se diferencia do modelo tradicional por conta da grade frontal fechada com bocal de carregamento. As rodas de liga leve com 16 polegadas tem estilo diferenciado.

De série, o Arrizo 5e traz ar-condicionado digital, direção com assistência elétrica, teto solar, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, câmera de re, piloto automático, farol com acendimento automático, bancos de couro com aquecimento para o motorista e freio elétrico.

A central multimidia de 10 polegadas traz comandos do ar-condicionado e dos sistemas do carro. Há ainda espelhamento de celular, mas não por Android Auto ou Apple CarPlay.

Qual o motor? (Leia mais abaixo)

Debaixo do capô está um motor elétrico de 122 cv (90 kW) e 28,1 kgfm se toque. A velocidade máxima é limitada a 152 km/h. Com baterias de 53,5 kWh ele chega a 322 km de autonomia total em modo Eco (há ainda Sport e Eco+).

Há garantia de 8 anos para as baterias e de 3 anos para o restante do CAOA Chery Arrizo 5e. Segundo a Chery, as manutenções programadas até 60 mil km resultam em R$ 2.257 de custo.

Apenas concessionária específicas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Brasília serão capazes de fazer manutenção no Arrizo 5e a partir de janeiro de 2020. Em São Paulo começam as atividades em outubro. A CAOA venderá o elétrico apenas a frotistas e locadoras em um primeiro momento. Público comum terá acesso ao modelo apenas em 2020.



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