O precário serviço do transporte público de passageiros e os transtornos causados aos cidadãos e cidadãs campistas tem sido um dos pontos mais criticados pelos candidatos a prefeito na campanha para as eleições deste ano para prefeitura de Campos. Os candidatos divergem sobre projetos em várias áreas, mas quando o assunto é transporte público, a maioria diz que houve improvisos, ausência de critérios técnicos e falta de planejamento do atual governo.
Um das áreas mais abordadas no programa eleitoral no rádio e televisão pelos candidatos à prefeitura, o transporte público persiste sem solução. E os terminais de passageiros improvisados, chamados de "pontos de integração" dentro da proposta do atual governo municipal, acabam sendo um ponto de referência, onde os candidatos fazem suas gravações para mostrar a precariedade do setor. E são chamados de "Terminal da vergonha", pois passageiros ficam em pé e expostos ao sol a espera de vans e ônibus. (leia abaixo). (Leia mais abaixo)
A maioria dos usuários diz que a instalação de terminais de passageiros dificultam o acesso do passageiro do interior até o Centro da cidade. Um deles, no Parque Santo Antônio (no antigo Beco), no início da se tornou definitivo, reclamam os usuários.
CANDIDATOS E A EXTINÇÃO DOS TERMINAIS DE PASSAGEIROS Caio Vianna (PDT) enfatizou o eixo central de sua proposta de transporte na implantação do Bilhete Único. “Nós vamos fazer com que os ônibus e as vans voltem a circular com regularidade de horário, assim como vamos implementar definitivamente o Bilhete Único. E acabar com esses terminais de passageiros sem a mínima estrurtura, afirma Caio.
O candidato Wladimir Garotinho (PSD) já adiantou que uma das primeiras medidas que irá adotar, caso seja eleito, será extinguir de imediato o terminal de passageiros, onde não há conforto algum, sequer assentos para os passageiros. Os banheiros químicos são indecentes e carecem de condições normais de higiene. "É uma falta de respeito e uma humilhação com o campista ter que fazer esta baldeação nesses terminais precários. Vamos logo acabar com isso no primeiro dia”.
Wladimir não chegou a falar na retomada do programa Campos Cidadão, da passagem a R$ 1, 00, implantado pelo governo de sua mãe, a ex-prefeita Rosinha Garotinho, mas propôs a “passagem social”, o que pode ser a oportunidade de devolver a esperança da população numa tarifa de preço mais justo.
Odisséia Carvalho (PT) propõe a implantação de um projeto a partir da disponibilidade imediata de 13 ônibus para Guarus, os chamados vermelhinhos, experiência exitosa na Prefeitura de Maricá. “Os ônibus e as vans voltarão a circular com regularidade de horário, assim como vamos implementar definitivamente o Bilhete Único”. (Leia mais abaixo)