Campos adere ao Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia

As ações acontecem com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, com foco na área urbana


21/01/2016   11h40 |   Foto: Divulgação mutirãoA Prefeitura de Campos aderiu ao Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, que apresenta três principais eixos: mobilização e combate ao mosquito; atendimento às pessoas; e desenvolvimento tecnológico, educação e pesquisa. As ações acontecem com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, com foco na área urbana. De acordo com o secretário municipal de saúde, Geraldo Venâncio, as ações vão ao encontro do que a Prefeitura de Campos já tem desenvolvido ao longo dos últimos anos, com mutirões, orientação, intensificação no combate, vigilância e diagnóstico precoce, entre outras medidas. Segundo ele, o diferencial é que os municípios, sob a coordenação do Ministério da Saúde, implementaram um novo sistema de coordenação e controle do vetor, a fim de reduzir o índice de infestação do mosquito aedes aegypti, que transmite zika, dengue e chikungunya. - As ações com esse novo modelo de trabalho tiveram início em dezembro e devem durar até junho deste ano. O tempo dos ciclos para as visitas aos imóveis foi alterado. O primeiro ciclo tem duração de apenas um mês e vai durar até 31 de janeiro. O segundo ciclo também vai durar um mês e será concluído até o final de fevereiro. O terceiro e o quarto ciclos acontecerão em dois meses - março a abril e maio a junho - explicou. O coordenador do Programa Municipal de Combate a Dengue e Roedores, Claudemir Barcelos, explicou que serão cerca de 130 mil imóveis visitados na área urbana do município, com ênfase principalmente na área central e em Guarus. A área rural continuará sendo monitorada pelos agentes de combate a endemias. - O CCZ continua tratando os locais alagados, atuando nos pontos estratégicos, fazendo mobilização nos finais de semana em Farol de São Tomé e, ainda, estamos prosseguindo com o trabalho de rotina para eliminar as pendências que chegam a quase 40% no município - afirmou Claudemir. Integração - Os agentes comunitários de saúde (ACS) que atuam na Estratégia Saúde da Família (ESF) também vão colaborar no enfrentamento ao mosquito aedes aegypti. A coordenação da ESF, a Gerência de Atenção Básica e o Centro de Controle de Zoonoses estão



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