Postado por Fabiano Venancio - A plataforma flutuante Peregrino, na Bacia de Campos, foi interditada nesta segunda-feira (18) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). A agência reguladora apontou falhas na documentação de gestão de risco e também necessidade de adequação no sistema de dilúvio. A boa novidade, entretanto, é a expectativa da elevação de produção do campo de 100 mil para 190 mil barris por dia até 2026.
A plataforma flutuante é operada pela brasileira Prio e a norueguesa Equinor. Segundo a Prio, a Equinor, que detém 60% do campo, já iniciou imediatamente os ajustes para que a paralisação possa durar de três a seis semanas. (Leia mais abaixo)
A empresa brasileira possui 40% da operação, adquiridos em 2023. A plataforma está em processo de mudança de controle.
A Prio negocia a compra da fatia da Equinor por US$ 3,35 bilhões, operação ainda sujeita à aprovação da ANP do Cadê (Conselho de Administração de Defesa Econômica).