A primeira-dama Tassiana Oliveira percorreu 10 casas de acolhimento para a entrega de ovos de Páscoa aos assistidos. A ação, intitulada Caminho do Chocolate, foi iniciada na manhã desta sexta-feira (5) e seguiu durante todo o dia. Para os bebês, foram entregues kits higiênicos em formato de ovos de páscoa.
“As visitas eram para ter acontecido na semana passada, mas tivemos que adiar por conta das ações em Santo Eduardo, região mais atingida pelas fortes chuvas no segundo semestre de março. Estamos buscando manter a magia da Páscoa para as crianças, levar atenção, alegria e afeto”, destacou a primeira-dama. (Leia mais abaixo)
A primeira entrega foi na Casa de Acolhimento Lara, seguido do Acolhimento Institucional Aconchego, Casa de Acolhimento Conviver, Residência Inclusiva II, Pequeno Jornaleiro, Residência Inclusiva I, Casa de Acolhimento Cativar, Portal da Infância e Casas de Acolhimento Despertar e Renascer.
Gerente do Lara, Romilda dos Santos Silva explicou que os eventos da comunidade, da sociedade em geral, e principalmente de pessoas que eles já conhecem, são essenciais para a rotina dos assistidos. “As crianças estão aqui porque foram negligenciadas e esse olhar, como o da primeira-dama, que tem uma relação mais próxima, é de extrema importância, principalmente para o desenvolvimento afetivo e emocional de todas elas. Para a gente que está aqui, no dia a dia, com eles, é muito gratificante poder participar desses momentos e ver esse olhar carinhoso com os nossos acolhidos”, enfatizou Romilda.
O vice-presidente da Fundação da Infância e Juventude (FMIJ), Leandro Castello, reforçou a importância desses encontros para que as crianças se sintam lembradas. “As visitas mostram que elas são amadas e assim elas se sentem assim nesses encontros. É o momento que elas se conectam e ficam mais próximas do ambiente familiar, minimizando a dor de tantas problemáticas que, ao longo da vida, vem sofrendo sem ter culpa”, explicou Castello.
Já a gerente do Pequeno Jornaleiro, Gerusa Nascimento conta que essas ações representam muito para eles, em especial, na compreensão de não estarem sozinhos. “O apoio do poder executivo é essencial, porque garante estabilidade e segurança. Nós temos uma missão que é cuidar daqueles que foram rejeitados e, quando eles percebem esse carinho e atenção, principalmente de pessoas que são importantes na cidade, eles se sentem valorizados, acolhidos e amados”, contou Gerusa.