08/09/2015 às 12h - Foto: Divulgação

O Festival Doces Palavras acontece de 23 a 27 deste mês, no Jardim do Liceu. Além dos doces e da literatura campista, o Festival também abriu espaço para a cachaça fabricada no Farol de São Tomé, mas que já ganhou o mundo. Recentemente, o produtor Odirlei Carlos Henrique recebeu uma encomenda de 600 garrafas de um comerciante da cidade de Aberdeen, na Escócia. O produto também se saiu bem em um concurso em Bruxelas, na Bélgica, ficando em 8ª posição.
- Comecei numa época em que a cachaça era marginalizada. Hoje, tudo mudou e, agora, está na moda. Economicamente, se tornou um produto bastante viável - diz Odirlei, conhecido popularmente como Leley, proprietário de um alambique na Praia do Farol de São Tomé, que leva seu nome e de onde sai a cachaça Barra Velha.
Ele começou produzir há 30 anos e conta que, no mundo, a cada 20 anos, uma bebida aparece em alta: é a vez é da cachaça.
No Festival Doces Palavras, a Cachaça Barra Velha vai oferecer aos consumidores quatro opções: a prata, que é armazenada em barril de aço inoxidável; a ouro, envelhecida por dois anos; a prêmio envelhecida por três anos; e a extra prêmio, envelhecida por cinco anos.
Além disso, o empresário também participa de um bate-papo, com o tema “Para molhar a palavra”, sobre produção de cachaça, no dia 24, às 22h, no Bar Doce Bar, junto com o empresário de Quissamã, Haroldo Carneiro.