quarta-feira, 11 de setembro de 2013 - Foto: Divulgação
Presidente pede calma ao público durante discurso em que Cabral e Paes foram vaiados no Rio (Leia mais abaixo)
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes – ambos do PMDB – voltaram a ser vaiados, nesta quarta-feira(11/09, em um evento público com a presença da presidente Dilma Rousseff.
Durante cerimônia que marcou o início da operação de um terminal de GLP da Petrobras, no estaleiro Inhaúma, no Caju, zona norte do Rio, Dilma chegou a pedir que os operários que acompanhavam o evento parassem de hostilizar os políticos. Somente Dilma discursou na cerimônia.
Pouco antes, Dilma mencionara os nomes de Paes e Cabral. Imediatamente, os operários começaram a vaiar. Aos gritos de “Ih, fora”, os trabalhadores manifestaram o descontentamento com os governantes do Rio de Janeiro.
Dilma, ao contrário, foi bastante aplaudida, especialmente quando elencou os investimentos que estão sendo feitos na indústria naval. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi outro nome muito festejado. A presidente lembrou da política adotada por Lula, que privilegiou que as encomendas da Petrobras fossem direcionadas a estaleiros situados no Brasil.
A previsão de que os royalties oriundos da exploração do pré-sal sejam remetidos para a educação também foi exaltada por Dilma. Neste momento, ainda que de forma tímida, a presidente foi contestada por alguns operários, que cobraram mais recursos para a saúde. (Leia mais abaixo)
“E a saúde, presidenta?”, questionavam alguns.
Depois, em rápida entrevista, Dilma foi questionada sobre os casos de espionagem envolvendo os Estados Unidos, Dilma foi diplomática, e evitou polêmica. Em reunião na semana passada com o presidente Barack Obama, Dilma tinha estipulado para hoje o prazo final de explicações dos americanos sobre as denúncias de que ela havia sido espionada.
“Vou esperar agora a resposta do governo . A hora que vier uma resposta, eu falo com vocês