Brasil x Holanda hoje e áudio vaza com comentários de Felipão

Neymar verá jogo deste sábado no Estádio Mané Garrincha


sábado, 12 de julho de 2014   -    Foto: Divulgação brasil  holanda 2Em 15 de junho de 2013, Neymar precisou de três minutos para marcar um gol no Japão em Brasília e iniciar a campanha do título na Copa das Confederações que fez Luiz Felipe Scolari considerar o hexacampeonato mundial uma obrigação neste ano. Às 17 horas (de Brasília) deste sábado, no mesmo Mané Garrincha, a Seleção Brasileira encara sua dura realidade: enfrenta a Holanda na disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo. Mais do que um prêmio de consolação, encerrar com vitória a participação como anfitrião do Mundial é uma necessidade para quem busca dignidade. Será o primeiro jogo da equipe que já era marcada por chorar demais e, na terça-feira, derramou lágrimas de desespero ao cair na semifinal perdendo por 7 a 1 da Alemanha no Mineirão. Desde então, a mais vexatória derrota da história do futebol pentacampeão mundial é tratada apenas como resultado de uma “pane geral” de seis minutos, como definiu Felipão ao lembrar os quatro gols alemães entre os 23 e os 29 minutos do primeiro tempo. A verdade, porém, é que o time terá que enfrentar a própria frustração além da Holanda no reencontro com Brasília. No ano passado, o ainda contestado time de Scolari contou com rápido gol de Neymar para vencer o Japão por 3 a 0, na estreia na Copa das Confederações. No Mundial, fez no Mané Garrincha uma rara atuação com momentos empolgantes ao bater o já eliminado Camarões por 4 a 1 na fase de grupos. Agora, ciente de que o hexa em casa não passou de um sonho, tenta mostrar rápido poder de recuperação. felipão 1206 capaÁudio vaza com comentários de Felipão sobre derrota Um conversa informal captada pelas câmeras da Fifa no gramado do Mané Garrincha antes da coletiva de imprensa nesta sexta-feira, o técnico Luiz Felipe Scolari mostrou que ainda tenta entender a derrota histórica do Brasil para a Alemanha por 7 a 1, na última terça-feira. Felipão chamou o resultado de "fatalidade" e disse que ele "não pode destruir um trabalho". E afirmou que a Seleção, após ir para o intervalo perdendo por 5 a 0, poderia ter reduzido a diferença para apenas um gol com dez minutos do segundo tempo caso, segundo ele, a Seleção tivesse aproveitado as oportunidades criadas. - Uma fatalidade não pode destruir um trabalho... Nunca mais, nem daqui a mil anos, cara. Eles foram sete vezes no primeiro tempo e fizeram cinco gols. Nos dez primeiros minutos do segundo tempo, se eu mostrar o tape, nós criamos quatro chances de gol. Se nós tivéssemos acertado ia ficar 5 a 4.



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