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As principais entidades representantes dos trabalhadores promovem manifestações nesta sexta-feira (10), em repúdio à implementação na nova legislação trabalhista, em 11 de novembro. O Dia Nacional da Paralisação está previsto para acontecer em todo o país.
Em Campos, o ato teve início na Avenida XV de Novembro, Praça São Salvador, nas proximidades do Banco do Brasil. Em seguida, os manifestantes fecharam a pista divulgando faixas e cartazes nos semáforos. Um caixão também foi queimado, simbolizando o enterro do Governador Luiz Fernando Pezão e do presidente Temer.

Esteve presente no ato, o presidente dos bancários Rafanele Alves. Ele informou ao
Campos 24 Horas que foi enviado para Brasília um documento contendo mais de um milhão de assinaturas para anular a Reforma Trabalhista.
"Estamos fazendo esse ato em defesa da classe trabalhadora, contra a Nova Reforma Trabalhista, que entra em vigor a partir de amanhã e que acabou com a Carteira de Trabalho. Entregamos um documento em Brasilia com um milhão e trezentas assinaturas para anular a reforma. É isso que nós trabalhadores, bancários, servidores, metalúrgicos, queremos, a anulação dessa reforma", disse Rafanele.

Os manifestantes caminharam por várias ruas do Centro da cidade, com acompanhamento da Polícia Militar e se concentraram no Calçadão Boulevard Francisco de Paula Carneiro, em frente a Caixa Econômica, onde o ato foi finalizado.
Participam da articulação em todo o país a Força Sindical, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e outras entidades.