Os assistidos da Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) participaram na quinta-feira (16), no bosque da instituição, de atividades voltadas para a campanha Maio Laranja, que marca a conscientização e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Houve apresentações culturais desenvolvidas pelos próprios assistidos dos programas “Convivência”, “Semeando Arte” e da Banda da Guarda Mirim.
O presidente da FMIJ, Diego Augusto Rodrigues; a coordenadora do FortaleSer, Valéria Peçanha, e a psicopedagoga do programa, Leila Azevedo, além de diretores e professores da FMIJ participaram das apresentações junto com os jovens. “Foi uma linda apresentação! Emocionante! Eles foram brilhantes! Lindo de se ver, ouvir e cantar. Muito orgulho!”, disse Valéria Peçanha. (Leia mais abaixo)
A psicopedagoga Leila Azevedo também falou sobre a culminância da sensibilização de todos os assistidos. “Essas apresentações são o resultado do trabalho de profissionais dedicados que acreditam em dias melhores para crianças e adolescentes assistidos pela FMIJ”, ressaltou Leila, que vai ministrar palestra nesta sexta-feira (17) para familiares dos assistidos do Centro Juvenil São Pedro.
“Estamos tendo uma semana intensa de conscientização sobre o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Essa deve ser a missão de toda sociedade para que possamos proteger nossas crianças e adolescentes. Queremos que nossos jovens tenham na memória momentos de alegria, aprendizado, respeito e é essa a semente que plantamos na fundação”, informou o presidente da FMIJ, Diego Rodrigues.
MAIO LARANJA - A programação da campanha Maio Laranja termina em Campos neste sábado (18), Dia de Combate à Violência Sexual Infanto-Juvenil, com panfletagem no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-101, das 9h às 11h, com a participação dos agentes e das equipes do Programa FortaleSer e representantes de todos os segmentos de Proteção Infanto-Juvenil, conscientizando motoristas, principalmente, de caminhões que viajam de norte a sul do país.
“A programação termina, mas a vigilância da sociedade deve permanecer para evitar que crianças e adolescentes continuem sendo vítimas deste tipo de crime”, alerta a coordenadora do Programa FortaleSer, Valéria Peçanha.