Prefeitura paga salário de janeiro

Foram pagos cerca de R$ 80 milhões relativos a vencimentos de servidores, aposentados e pensionistas


31/01/2017      17h7        |    Foto: Comunicação PMCG  Mesmo com uma grande dificuldade, a prefeitura de Campos conseguiu honrar com o pagamento dos servidores do município. Nesta terça-feira (31), conforme havia sido prometido pelo governo na última semana, foram pagos cerca de R$ 80 milhões relativos a vencimentos de servidores, aposentados e pensionistas.

Ao tomar posse no dia 1º de janeiro, o prefeito Rafael Diniz e sua equipe encontraram um cenário arrasado, com uma dívida próxima aos R$ 2,4 bilhões a longo prazo, tendo que lidar dia após dia com problemas inadiáveis em todos os setores da prefeitura e, sobretudo, na Saúde, uma vez que a falta de transição tornou o quadro ainda mais trágico. Somando-se a isso, existe, ainda, o fato da atual gestão ter que gerir com o menor orçamento dos últimos anos uma cidade que foi abandonada. E como não bastasse, mais do que dívidas, Rafael afirma que a herança deixada foi um legado da destruição e uma cultura de gestão ultrapassada e obsoleta. Mas, apesar de todos esses fatores, o prefeito conseguiu fechar a folha de pagamento do mês de janeiro e efetuar os pagamentos. — Trabalhamos incansavelmente para realizar este pagamento e continuaremos trabalhando. A situação é pior do que a gente imaginava. Encontramos muitos problemas e tenho certeza que ainda teremos muitos pela frente. Foram muitos anos de um governo irresponsável, que não possuía um sistema de gestão e que não ofereceu aos servidores ferramentas modernas e eficientes para um serviço de excelência a toda população. Somente com muito trabalho e paciência para transformar essa realidade — explica Rafael. De acordo com o secretário de Gestão Pública, André Oliveira, houve uma grande dificuldade para realizar o pagamento já que não é qualquer recurso que pode ser usado nesse tipo de ação. “Não houve transição, mas conseguimos pagar dentro do mês. O governo encontrou as finanças em total desordem, sem o dinheiro específico em caixa para fazer o pagamento dos servidores”, finalizou. Fonte: Comunicação PMCG (Leia mais abaixo)



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