Ninguém dormiu cedo nesta quinta-feira no hotel da seleção brasileira. As adversárias do Brasil só foram conhecidas às 23h no horário local, ao fim do jogo entre Chile e Nova Zelândia. O placar de 2 a 0 a favor das chilenas confirmou a Nigéria na última vaga e as donas da casa no caminho brasileiro.
O Brasil decidirá a vaga no domingo, às 16h (de Brasília), em Le Havre. (Leia mais abaixo)
Com a confirmação do confronto, a seleção de Vadão terá dois dias para traçar a estratégia contra as francesas. Precisará conter a velocidade do time da atacante Eugénie Le Sommer e as bolas infiltradas, além de um reforço na bola aérea para evitar as cabeçadas da zagueira Wendy Renard. A favor do Brasil, a volta da volante Formiga, recuperada do tornozelo.
Não foi o melhor dos cenários, uma vez que o outro caminho seria, em tese, mais tranquilo. Primeiro porque, apesar de ser bicampeã mundial, a Alemanha está num momento de transição. Segundo porque, caso vença a França, o Brasil terá pela frente as temidas americanas — que venceram a Suécia por 2 a 0 e terminaram a primeira fase com 18 gols a favor e nenhum contra — ou a Espanha.
O retrospecto também não é favorável ao Brasil. Em oito partidas, não venceu uma sequer: foram cinco derrotas e três empates.
Fonte: O Globo