O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), foi eleito neste sábado (2) para permanecer à frente do comando da Casa por mais dois anos (2019-2020). Ceciliano, que havia assumido a presidência interina da Alerj em 2017 com a saída de Jorge Picciani (MDB), foi eleito em chapa única, sem concorrentes. Ele recebeu 49 votos a favor e sete contrários. Oito deputados se abstiveram. Além de Ceciliano, comporão a Mesa Diretora da Alerj mais 12 deputados.
Com a definição, caberá a Ceciliano escolher se dará posse ou não a deputados presos preventivamente na Operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato no Rio. São eles: André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante), Marcus Vinicius Neskau (PTB) e Anderson Alexandre (Solidariedade). O petista já disse a aliados que tomará a decisão em conjunto com o restante da Mesa Diretora. (Leia mais abaixo)
— O problema é que eles (deputados presos preventivamente) não têm trânsito em julgado (setença definitiva da Justiça). A gente não pode cassar um mandato assim. Eu sou a favor de que se dê a posse, mas que a Alerj não pague salário e não dê o gabinete. Mas esse é apenas o meu voto, apenas um dos 13. Até quarta-feira, seguramente vamos ter a decisão da Mesa — opinou Ceciliano. Na quinta-feira, o juiz Gustavo Arruda, que respondia interinamente pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região, na ausência do desembargador titular, determinou que cabe ao presidente da Alerj decidir se empossa ou não os deputados presos.
Clima de Fla x Flu Durante a votação deste sábado, as galerias da Assembleia Legislativa ficaram divididas entre militantes do PT, que são simpatizantes de Ceciliano, e integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), contrários à candidatura do petista. A cada voto, palmas e vaias ecoavam no plenário do Palácio Tiradentes.
Nome da chapa eleita: Arrumação
Presidente - André Ceciliano (PT)
1º vice-presidente - Jair Bittencourt (PP) (Leia mais abaixo)
2° vice-presidente - Renato Cozzolino (PRP)
3° vice-presidente - Tia Ju (PRB)
4º vice-presidente - Filipe Soares (DEM)
1º secretário - Marcos Muller (PHS)
2º secretário - Samuel Malafaia (DEM) (Leia mais abaixo)
3º secretário - Marina (PMB)
4º secretário - Chico Machado (PSD)
1º vogal - Franciane Mota (MDB)
2º vogal - Dr. Deodalto (DEM)
3º vogal - Valdeci da Saúde (PHS) (Leia mais abaixo)
4º vogal - Márcio Canella (MDB)
Com a definição, caberá a Ceciliano escolher se dará posse ou não a deputados presos preventivamente na Operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato no Rio. São eles: André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante), Marcus Vinicius Neskau (PTB) e Anderson Alexandre (Solidariedade). O petista já disse a aliados que tomará a decisão em conjunto com o restante da Mesa Diretora.
— O problema é que eles (deputados presos preventivamente) não têm trânsito em julgado (setença definitiva da Justiça). A gente não pode cassar um mandato assim. Eu sou a favor de que se dê a posse, mas que a Alerj não pague salário e não dê o gabinete. Mas esse é apenas o meu voto, apenas um dos 13. Até quarta-feira, seguramente vamos ter a decisão da Mesa — opinou Ceciliano. Na quinta-feira, o juiz Gustavo Arruda, que respondia interinamente pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região, na ausência do desembargador titular, determinou que cabe ao presidente da Alerj decidir se empossa ou não os deputados presos.
Fonte: Extra