Os alimentos que foram arrecadados em troca por coletes reflexivos para a caminhada de Santo Amaro, que aconteceu entre os dias 13 e 14 deste mês, foram entregues a três instituições que auxiliam no tratamento de dependentes de substâncias psicoativas. Ao todo, 300kg de alimentos foram divididos entre as três entidades. A entrega das cestas e a escolha das instituições foi uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social.
As instituições beneficiadas realizam um trabalho de acolhimento, tratamento e recuperação. Receberam as cestas as seguintes entidades: Projeto Ágape, que fica em Travessão e tem cerca de 30 internos; a Associação Vidamor, em Brejo Grande, que tem também cerca de 30 acolhidos; Projeto Casa do Pai, na Tapera, com 50. (Leia mais abaixo)
“Desde à Vacinação Solidária, a prefeitura mantém diálogo com as instituições e projetos sociais que, na maioria das vezes, realiza trabalho de forma voluntária. A integração com a sociedade civil aproxima cada vez mais o poder público da população”, explica o secretário de Desenvolvimento Humano e Social, Rodrigo Carvalho.
Segundo o diretor do Departamento de Programas e Projetos da secretaria, Marcelo Arêas, as doações neste período do ano, como aconteceu na caminhada de Santo Amaro, são importantes porque muitas pessoas que são potenciais doadores estão em período de férias, fazendo com que as doações sejam baixas nesta época.
“Essas doações que a gente teve oportunidade de entregar vão ajudar e muito as entidades e seus internos. Acredito que essa parceria da SMDHS com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico terá, certamente, efeitos positivos”, disse o diretor.
Para o vice-presidente da Associação Vidamor, pastor Gilber Medeiros, a instituição recebe apoio de voluntários, com doações em alimentos e em dinheiro, mas os valores não são altos. “Com 30 internos, nem todos conseguem manter a mensalidade. Em alguns meses fica difícil manter a despensa cheia. Essas doações vieram em ótimo momento, porque as doações ficam baixa já que muitas pessoas estão de férias, mas o trabalho não para. Nós só temos a agradecer”, disse o vice-presidente.