Ainda Estou Aqui é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2025

O longa é baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, que aborda a história de sua família


  • 23/09/2024, 18h07, Foto: Divulgação .

Ainda Estou Aqui, longa dirigido por Walter Salles, foi escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na busca por uma indicação ao Oscar 2025 na categoria de melhor filme internacional. O filme, que estreou mundialmente no Festival de Veneza, foi aplaudido por 10 minutos e rendeu a Murilo Hauser e Heitor Lorega o prêmio de melhor roteiro.

O longa é baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, que aborda a história de sua família. Com Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro no elenco, o filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 7 de novembro, sendo distribuído pela Sony Pictures. (Leia mais abaixo)

Walter Salles comentou a indicação enquanto acompanhava o Festival de San Sebastián, na Espanha. Em nome da equipe, afirmou: “Para toda a família de ‘Ainda Estou Aqui’ é uma honra representar o Brasil no Oscar, e nos Festivais de cinema como Veneza e San Sebastian. Esperamos ansiosamente pelas estreias na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio, porque esse filme existe, antes de mais nada, para se relacionar com o público brasileiro. Nada disso seria possível sem o livro fundamental de Marcelo Rubens Paiva e o apoio da família Paiva, que nos inspiraram constantemente nessa jornada”, destacou.

Ele celebrou o bom momento do cinema nacional, que tem sido premiado em eventos internacionais ao longo do ano. “Aproveito para celebrar o fato de o cinema brasileiro estar sendo abraçado e premiado desde o início do ano nos principais festivais internacionais como Sundance, Berlim, Cannes, Veneza, Locarno. Vários filmes premiados são de cineastas estreantes, e não poderia haver melhor notícia para o cinema brasileiro. No documentário também temos um ano com filmes excepcionais. Esse conjunto de filmes prova que nossa cinematografia se reergue depois de anos difíceis.  Torço para que o ano que vem seja ainda melhor para o cinema brasileiro”, ponderou.

 

 



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