Advogado que atuava na defesa de condenados pelos atos do 8 de janeiro de 2023, o doutor Luiz Felipe Pereira da Cunha foi velado na manhã desta quarta-feira (10) no cemitério Campo da Esperança, em Brasília (DF). Ele morreu nesta segunda-feira (8), vítima de um infarto fulminante.
A cerimônia de despedida contou com a presença de familiares, amigos, colegas de profissão e autoridades, entre elas o senador Izalci Lucas (PL-DF); o desembargador Sebastião Coelho; o secretário executivo do governador Ibaneis Rocha (MDB), José Humberto, mais conhecido como Pezão; e a conselheira tutelar da Asa Norte, Flávia Aleixo. (Leia mais abaixo)
Também prestigiaram a solenidade o chefe de comunicação da deputada federal Bia Kicis (PL-DF), Evandro Araújo; o jornalista Francisco Mello; o influenciador Deuselis Braga; a irmã Ilda; as executivas do Partido Liberal, Francisca Ramalho, Cleonice e Eliane; além do doutor Hélio Júnior, último a conversar com Luiz Felipe.
Em relato ao Pleno.News, Hélio Júnior afirmou que seu último contato com o colega ocorreu por meio de um áudio, no qual Luiz Felipe “reafirmou sua luta pedindo que continuássemos a batalhar pela liberdade de um preso político inocente”, em um gesto que “sintetiza sua vida e missão: lutar até o fim pela justiça e pela liberdade”. (Leia mais abaixo)
– Ele foi um incansável defensor da liberdade e da justiça, atuando de forma aguerrida e dedicada na defesa de diversos presos políticos do 8 de janeiro. Sua trajetória na advocacia foi marcada pela coragem, pela firmeza de princípios e pelo compromisso com a Constituição. (…) A advocacia brasileira e todos que acreditam na liberdade perdem um guerreiro, mas sua luta permanece viva em cada causa pela qual se dedicou – declarou doutor Hélio.
O sepultamento ocorreu às 11h. Na ocasião, os presentes soltaram balões verdes e amarelos em direção ao céu, como um gesto de adeus e esperança. (Leia mais abaixo)
Luiz Felipe atuava na defesa de condenados pelos atos de 8 de janeiro, entre eles: Adalgiza Maria Dourado, de 65 anos; Claudinei Pego da Silva; Jucilene Nascimento, de 62 anos e Ana Flávia de Souza, de 45 anos. Todos foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre 14 a 17 anos de prisão. O advogado trabalhava ativamente em denúncias contra o tratamento que vinha sendo dispensado a seus clientes.
Fonte: Pleno News (Leia mais abaixo)