Acolhidos vão às “compras” no Dia de Shopping da FMIJ

150 adolescentes e crianças que participaram neste domingo (2) do “1º Dia de Shopping”


  • 03/07/2017 11h38 | Foto: Rogério Azevedo/Comunicação.
Olhinhos vibrantes, mãos inquietas, passadas rápidas de um lado para o outro e sorrisos largos contagiantes: cena comum entre os aproximadamente 150 adolescentes e crianças que participaram neste domingo (2) do “1º Dia de Shopping” realizado pela Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) para todos os acolhidos dos oito equipamentos institucionais. Dezenas de parceiros se uniram à FMIJ para estimular o empoderamento pessoal e a elevação da autoestima dos acolhidos, através da experiência da sensação do poder de compra. Especificamente neste domingo, a quadra da entidade deu lugar a inúmeras araras, centenas de cabides, provadores e mais de duas mil peças de roupas, calçados e acessórios que foram doados à Fundação nos últimos meses. Cada criança e adolescente teve a oportunidade de, como num shopping, olhar todos os produtos e, simbolicamente, comprar aqueles que agradaram. “Eu nem sei por onde começar. Tem muita coisa bonita aqui”, disse uma das acolhidas, de apenas 7 anos, ao entrar no Shopping montado pela FMIJ com os tickets que recebeu para realizar suas “compras”. Cinco minutos depois, ela já estava puxando uma mochilete da Barbie e calçando uma bota rosa, quando revelou ter realizado um sonho. “Não acredito nisso, tia. Olha aqui o meu sapato rosa. Fui eu quem comprei, sabia?!”, vibrou a pequena, frisando que tinha outros tickets e, portanto, ainda poderia escolher mais presentes. A presidente da FMIJ, Suellen André de Souza, agradeceu a todos os envolvidos no evento, lembrando que sem eles seria impossível realizá-lo. “Contamos com muitos parceiros para que este dia tão importante para os nossos acolhidos se tornasse realidade. Desde as roupas, o mobiliário e a estrutura feita com material reciclável, tudo é fruto de doação. Muito nos emociona saber que mesmo num momento de crise como a que atravessamos, as pessoas ainda se importam com o próximo, e não só isso, se esforçam para oferecer o melhor ao próximo. Ver a alegria deles é algo que dinheiro nenhum no mundo pagaria”, orgulhou-se. Fonte: Comunicação/PMCG



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