Acarajé, vatapá e carukango na culinária da Igualdade Racial

As aulas são ministradas no Arquivo Público Municipal


17/09/2015    -    às 19h13     -   Foto: Rodolfo Lins/Sup. de Comunicação photos (12) photos (13)Esta quinta-feira (17) foi dia de acarajé, vatapá, caruru, moqueca de dourado e camarão VG, para os 30 alunos do curso de culinária afro-brasileira, indígena e regional “Nossas Cores, Sabores e Valores”, que começou na última quarta-feira (16) e será encerrado nesta sexta-feira (18). O curso é promovido pela Superintendência de Igualdade Racial. As aulas são ministradas no Arquivo Público Municipal. - Não é uma aula show, mas um curso técnico. São construções coletivas como eram nas aldeias e nos quilombos. Os alunos interagem muito bem - destacou o chef Fabiano Seixas. Mas o cardápio foi além, teve cantão de fruta, feito com purê de banana nanica verde com carne seca, um prato típico da culinária quilombola. Já o chef de padaria e confeitaria, João Amaro Aguiar, preparou com os alunos, uma sobremesa especial, como o pé de moleque quilombola ou pé de carukango, um doce assado na folha de bananeira, também da culinária quilombola. “O mais importante é trazer de volta tradições que estavam esquecidas”, pontuou o profissional. Entre os alunos, a paraibana de João Pessoa, Angélica Gonçalves, 39 anos, aluna do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense (UFF). Há cinco anos em Campos, ela disse que se matriculo no curso para aprender sobre a culinária afro-brasileira e indígena. “Esta sendo sensacional”, afirmou.



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