A epopéia de Campos e seus craques nos campos dentro e fora da planície

Campos 24 Horas mostra o futebol campista, suas glórias, seus feitos e conquistas, os craques que saíram da planície e ganharam o Brasil e o Mundo


  • 18/09/2021, 00h27, Foto: Reprodução.

Depois das viagens em torno da Grécia Antiga na antológica epopéia dos Jogos Olímpicos, estendendo-se à modernidade aos Jogos Paraolímpicos, o Campos 24 Horas agora volta-se para algo não menos épico em seu devido contexto, guardadas as devidas proporções: o futebol campista, suas glórias, seus feitos e conquistas, os craques que saíram da planície e ganharam o Brasil e o Mundo, as equipes que o torcedor até hoje guarda na memória. Este painel será rememorado pelos jornalistas Magno Prisco e Paulo Renato Pinto Porto, desde os tempos do Campeonato Campista, de Paulo Roberto, Chico Preto, Adalberto e Zé Henrique. Do Americano eneacampeão.

Mas ainda do Americano que se projetou nacionalmente a partir do inesquecível triunfo sobre o grande Santos, levando o Estádio Godofredo Cruz ao êxtase, estreia alvinegra no Campeonato Nacional — assim era denominado o Campeonato Brasileiro. (Leia mais abaixo)

E que alguns anos depois consolidou prestígio nacional em notáveis campanhas nestas disputas pelo país afora, com a inesquecível geração de Souza, Maguinho, Indio, Valdir, Adilço, Paulo Sérgio, Té e Sérgio Pedro. 

Uma geração pela qual o Americano também se internacionalizou, atravessando o Atlântico em memoráveis excursões como legítimo representante do futebol brasileiro.

E o Americano de 2002, legítimo campeão estadual de fato porque conquistou com méritos os dois turnos. E que só que não comemorou aquela conquista porque lhe foi abruptamente roubada graças a manobras de bastidores nos subterrâneo das trevas do futebol carioca.

Mas que naquele mesmo ano desbancou o Vasco de Romário e cia com a conquista da Taça Guanabara, com Luciano Viana marcando dois gols e protagonismo.

Como não lembrar do Goytacaz bicampeão fluminense que fez despontar craques como Carlos Augusto, Chico Preto, Dudu e Rodoval, entre outros. (Leia mais abaixo)

E que viu surgir outra geração fantástica de Piscina, Vanderlei, Paulo Marcos, Lino, Jorge Luis, Folha, Manuel e Wilson Bispo. E que mais tarde seria sucedida pela safra de Petróleo, Ditinho, Gilmar e Cláudio José, igualmente eternizada nos corações dos torcedores alvi-anis.

Como esquecer do Sapucaia de Betinho, Toninho, Walmir e Gonzaga, o furacão que varreu os campos da planície na metade da década de 1970?  E o que dizer do Clube Esportivo Rio Branco, de Plácido, Rafael, Dodô Ferreira, Eleacir, Ronaldo e Joel, primeiro clube campista a disputar a Taça Brasil, primeira competição de âmbito nacional? 

E o Campos Atlético Associação, com seu pioneirismo na defesa do antiracismo como um dos primeiros clubes a abrigar negros no futebol brasileiro?

Estas e outras histórias, os craques que ajudaram a construí-la, os personagens desta epopeia guardada na memória efetiva do campista, iremos contar com dedicação, esmero, emoção e profissionalismo, ouvindo os seus protagonistas ainda vivos e as histórias guardadas na memória do torcedor.



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