Cultura em debate em Campos nesta quarta-feira


Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 (Foto: arquivo)

Gestores do norte fluminense discutem o futuro da cultura no Estado Rio

(Leia mais abaixo)

teatro de bolsoGestores culturais participam de uma reunião pública nesta quarta-feira, dia 30, às 13h, no Teatro de Bolso,  para debater, com representantes do norte fluminense, os princípios filosóficos do Plano Estadual de Cultura.

Ao anunciar o encontro, o secretário Municipal de Cultura, professor Orávio de Campos Soares, salienta a importância da participação de todos neste momento em que a cultura vem sendo desenvolvido como estratégia política do governo. Já estão convocados os membros dos Conselhos de Cultura e de Preservação do Patrimônio Municipal.

 POLÍTICA PARA UMA DÉCADA –

Orávio explicou que o “Plano Estadual de Cultura, cujo objetivo primordial é orientar o planejamento e a promoção do desenvolvimento da cultura fluminense nos próximos 10 anos”, precisa contar com o pensamento e as ações culturais de nosso município, um dos maiores e mais importantes doEstadodo Rio de Janeiro.

  Independentemente do que vai estabelecer o Plano Estadual, “já estamos elaborando o nosso Plano considerando orientações divulgadas pelo Sistema Nacional de Cultura, instância a qual aderimos ano passado, sendo uma das poucas cidades brasileiras a cumprir todas suas exigências burocráticas, graças à vontade política da prefeita Rosinha Garotinho”. (Leia mais abaixo)

 Para quem não quiser chegar à reunião, com presenças confirmadas de gestores culturais de Macaé, Quissamã, Carapebus, Conceição de Macabu, São João da Barra, São Fidélis e São Francisco, sem saber o que é o PEC, a minuta, elaborada pela Secretaria Estadual de Cultura, está disponível para consulta pública no site www.cutura.rj.gov.br .

No que está sendo visto como um Encontro Regional de Cultura, Campos estará recepcionando a equipe da Secretaria de Estado da Cultura, e o professor Delmar Cavalcante, coordenador do PEC. “Concitamos que todos compareçam a este momento de construção de nossa democracia cultural”, finalizou o professor Orávio de Campos Soares.



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