
A 7ª Bienal do Livro de Campos foi aberta pela prefeita Rosinha Garotinho ao som da canção “Vida de Viajante”, de Luiz Gonzaga, interpretada pelo grupo Forró Didoido. Acompanhada pela presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro; pelo secretário de Cultura, Orávio de Campos Soares; pela cantora Elba Ramalho e pelo ator Adélio Lima, a prefeita descerrou a fita de abertura do evento, que segue até dois de dezembro no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop).
“Campos respira cultura, aqui estamos construindo a história. A Bienal é um diferencial importantíssimo para a nossa cidade. Praticamente, todas as editoras importantes do país estão presentes, participando. Teremos dez dias intensos na nossa cidade, respirando a boa cultura brasileira”, destacou Rosinha Garotinho que chegou a Bienal do Livro acompanhada de sua filha, a deputada estadual Clarissa Garotinho e pela cantora, Elba Ramalho. (Leia mais abaixo)
A previsão da organização da Bienal do Livro é a de que um público de 10 mil pessoas visitem diariamente o evento. O secretário municipal de Cultura, Orávio de Campos Soares disse que a Bienal coloca Campos na rota de todo o desenvolvimento cultural do Brasil. “Essa Bienal nos coloca na crista de todo o desenvolvimento cultural do nosso país”, frisou o secretário em seu discurso.
A edição deste ano terá como tema “Leitura que muda o mundo”. Assim que a solenidade de abertura foi encerrada, a programação começou com roda de debate no Café Literário “Viva Gonzaga! Homenagem a Luiz Gonzaga” com a participação da cantora Elba Ramalho, do produtor musical Rildo Hora, o neto do Rei do Baião, Daniel Gonzaga e participação especial de Adélio Lima, que interpreta o Gonzagão no filme “Gonzaga, de pai para filho”. O bate-papo está sendo mediado por Carlos Marcelo Carvalho.