Magno Prisco/Coluna Arena Olímpica: VII Jogos Olímpicos – Antuérpia - 1920




08/05/2021, 08h03, Foto: Reprodução.

Coluna Arena Olímpica/Magno Prisco

VII Jogos Olímpicos – Antuérpia - 1920

Depois dos V Jogos Olímpicos, foram realizados os VII Jogos Olímpicos. Entre 1914 e 1918, aconteceu a Primeira Guerra Mundial e, por essa razão, os Jogos foram cancelados. A Bélgica foi a escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional para sediar o evento, com 29 países e 2.660 atletas, num cenário de destruição.  Antuérpia teve que se virar para abrigar os Jogos. Com pouco dinheiro para organizar a Olimpíada, os belgas construíram instalações precárias. A competição só foi realizada com à ajuda financeira de alguns armadores navais e de vendedores de diamantes. Os Estados Unidos foram os campeões e a Suécia vice-campeã. (leia mais abaixo)


Nestes jogos surgiu o corredor finlandês Paavo Nurmi, considerado um dos melhores atletas de todos os tempos. (leia mais abaixo)


GUILHERME PARAENSE /1°OURO - A participação brasileira na competição, quase foi cancelada. Quando o navio Curvello, cedido pelo governo do Brasil, aportou na Ilha da Madeira, em Portugal, o comandante percebeu que a delegação chegaria atrasada a Antuérpia. Para conseguir estar na cidade a tempo das provas de tiro, a equipe desembarcou em Lisboa e seguiu viagem de trem. (leia mais abaixo)


O Tenente do Exército Guilherme Paraense tornou-se o primeiro atleta brasileiro, e também sul-americano, a conquistar o Ouro Olímpico (Tiro). As armas utilizadas pela equipe brasileira na disputa foram cedidas pelos norte-americanos, já que os brasileiros tiveram seu armamento furtado durante a viagem. (leia mais abaixo)


Nossa primeira medalha de prata foi conquistada por Afrânio da Costa (nascido em Macaé-RJ), na prova de pistola livre. Nessa mesma categoria, o Brasil conquistou o Bronze, por equipes, com Guilherme Paraense, Afrânio da Costa, Sebastião Wolf, Dario Barbosa e Fernando Soledade.