Mais pressionado a cada tropeço e gol sofrido, Eduardo Baptista tem neste domingo, às 19h30, contra o Tigres, em Volta Redonda, a grande chance de ganhar uma sobrevida no comando do Fluminense. Para isso, o técnico precisa fazer com que o time tenha uma atuação convincente e ganhe, de preferência, sem ser vazado. A equipe de Xerém é o adversário ideal para o momento vivido pelo Tricolor. Perdeu os três jogos que disputou até agora no Carioca e marcou apenas quatro gols.
Após o empate (3 a 3) com o Madureira, mesmo jogando todo o segundo tempo com um jogador a mais, o Fluminense vive uma insegurança em relação à continuidade do trabalho de Eduardo. Torcida e grupos políticos pedem a sua saída, mas o vice de futebol, Mário Bittencourt, banca a permanência do treinador junto a Peter Siemsen.
O presidente, porém, começa a aceitar a ideia de troca no comando, por conta da pressão causada pelos resultados ruins. O elenco apoia o treinador, mas, em campo, não tem feito por onde. Apesar da goleada sobre o Bonsucesso, na segunda rodada, o desempenho está abaixo do esperado — principalmente pela expectativa criada com as contratações de Henrique e Diego Souza. (Leia mais abaixo)