13º salário: empresas têm até esta quarta-feira para depositar segunda parcela

Segunda fatia da gratificação é quitada com os devidos descontos, como a contribuição ao INSS e o Imposto de Renda


Empresas e órgãos públicos têm até esta quarta-feira (dia 20) para quitar a segunda parcela do 13º salário dos trabalhadores. A gratificação é devida aos empregados com carteira assinada e servidores públicos que tenham trabalhado por pelo menos 15 dias durante o ano.

Segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o pagamento das duas parcelas do 13º deve injetar cerca de R$ 291 bilhões na economia do país. (Leia mais abaixo)

A primeira metade da gratificação deve ter sido quitada até o dia 30 de novembro. O valor corresponde a 50% do valor total do salário bruto, sem os descontos. Entram na conta o salário e também as verbas de natureza salarial, como horas extras, comissões e adicionais noturno, de periculosidade e de insalubridade. Valores relativos a auxílios de transporte, alimentação, creche e participação nos lucros ficam de fora.

Agora, a segunda fatia precisa ser depositada pelos empregadores com os descontos devidos, ou seja, o valor é menor do que a primeira parcela.

O pagamento equivale ao salário bruto, descontados o adiantamento da primeira parcela, a contribuição ao INSS e o Imposto de Renda, além de pensão alimentícia, quando for o caso. Os descontos do INSS podem variar de 7,5% a 14%, dependendo da faixa salarial. Já o IR é descontado sobre o salário bruto.

Pagamento proporcional Quem trabalhou 12 meses recebe o 13º salário completo, enquanto quem foi contratado ao longo do ano recebe um valor proporcional ao período trabalhado.

O cálculo funciona assim: o trabalhador deve dividir o salário bruto por 12 e depois multiplicar o resultado pelo número de meses trabalhados. (Leia mais abaixo)

Aposentados e pensionistas do INSS Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também têm direito ao 13º salário. O pagamento, no entanto, foi antecipado para os meses de maio e junho, tanto para quem recebe benefício de até um salário mínimo (R$ 1.320), quando para beneficiários que recebem acima do piso.

Fonte: Extra



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