IR 2022: é hora de correr para entregar a declaração dentro do prazo




23/05/2022 08:08:09.

A contagem regressiva para o acerto de contas com o Leão já começou. O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2022 está na reta final e faltam nove dias para acabar. De acordo com dados da Receita Federal, até a última sexta-feira, 24,3 milhões de declarações foram recebidas. A expectativa do Fisco para este ano é que sejam entregues 34,1 milhões de documentos até 31 de maio. Portanto, 9,8 milhões de pessoas ainda precisam prestar contas ao Leão. (leia mais abaixo)


Quem perder o prazo pagará multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. Deixar para a última hora não é uma boa ideia, uma vez que o contribuinte pode incorrer em erros. Toda a atenção é necessária para evitar cair na malha fina, alertam os especialistas ouvidos pelo Correio. (leia mais abaixo)


"Pela nossa experiência, vemos que, nos últimos três ou quatro dias do prazo para a entrega da declaração, fica mais difícil fazer a transmissão do documento, o que gera estresse, já que as multas podem chegar a valores elevados. Além disso, no ato da transmissão, podemos descobrir erros ou mudanças cadastrais que podem atrasar ainda mais o processo", destacou o contador Adriano Marrocos, membro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). (leia mais abaixo)


Mesmo sabendo dos riscos, muitos contribuintes deixam para a última hora, com a justificativa dos juros altos que vão corrigir as restituições. Mas Marrocos explicou que não vale tanto a pena como parece. "A restituição é atualizada pela taxa Selic. Quem entregou até 30/04 já começou a receber", disse. "Então fica a pergunta: você receberá a restituição atualizada para aplicar agora ou para você a restituição é um investimento?", perguntou. "Se for um investimento, saiba que a Selic é menor que taxas de fundos de investimento. Então, quanto mais rápido receber e aplicar em algo, melhor".


Rafael Ramos, diretor executivo da NTW Contabilidade, ressalta a importância de se organizar os dados corretamente e com antecedência. "O auxílio do profissional da contabilidade é imprescindível nesse processo, pois o mesmo detém todas as informações e expertise para dar ao contribuinte tranquilidade e segurança no envio da declaração", disse. (leia mais abaixo)


Ramos ainda destaca a atenção às informações obrigatórias, como o CPF e os dados bancários. "Deixar de informar alguma delas possibilita o contribuinte entrar na malha fiscal e ser penalizado pelas omissões", pontuou. "Outro cuidado é a data de pagamento do imposto. O prazo final é 31 de maio e, caso o contribuinte não pague, acarretará em juros e multa a partir de junho". (leia mais abaixo)


Dúvidas

Neste ano, a Receita estima que, dos mais de 34 milhões de brasileiros que terão de declarar o Imposto, cerca de 1,8 milhão de pessoas prestarão contas pela primeira vez. Esse grupo deverá redobrar a atenção para evitar problemas. (leia mais abaixo)


Seja iniciante ou não, o contribuinte que declara o IR costuma ter diversas dúvidas no período da entrega da documentação. Pensando nisso, o Correio preparou um guia para ajudar os contribuintes nessa jornada. (leia mais abaixo)


Se você ainda não sabe se deve ou não enviar a declaração este ano, fique atento aos requisitos que tornam obrigatória a entrega da documentação. Devem prestar contas ao Leão aqueles que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano de 2021, ou cerca de R$ 2.380 por mês, incluindo salários, aposentadorias, pensões e aluguéis. Já quem recebeu rendimento isento, não tributável ou tributado exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil (isso inclui o FGTS, seguro-desemprego, doações, heranças e PLR); e quem teve ganho de capital vendendo bens ou direitos estão sujeitos a pagamento do IR. (leia mais abaixo)


Além disso, quem realizou operações na Bolsa de Valores, possuía bens ou direitos acima de R$ 300 mil na data de 31 de dezembro de 2021 ou teve receita de atividade rural acima de R$ 142.798,50 também deverá entregar a declaração. (leia mais abaixo)


É preciso informar tudo o que foi ganho e gasto durante o ano que passou. Isso inclui rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica ou de pessoa física; rendimentos isentos e não tributáveis; imóveis; rendimentos de tributação exclusiva; pagamentos efetuados; imposto pago e retido; doações; doações a partidos políticos e candidatos, rendimentos recebidos acumuladamente, bens e direitos, dívidas e ônus; ganhos de capital; atividade rural; renda variável; e espólio. (leia mais abaixo)


Novidade

Neste ano, os testes para diagnóstico de covid-19 poderão ser utilizados como deduções na declaração de Imposto de Renda. O economista Ciro de Avelar explica que a medida justifica-se em virtude da busca crescente por exames. Mas nem todos os tipos de exames poderão ser incluídos na prestação de contas. "Os testes realizados em farmácias não poderão ser declarados, mesmo se houver uma nota fiscal", pontua Avelar. Além disso, será possível receber a restituição do IR por meio do PIX, tal como pagar a diferença de tributos. (leia mais abaixo)


Deduções

No Imposto de Renda, podem ser deduzidos gastos com saúde, educação, dependentes, pensão alimentícia, doações, previdência privada e contribuições ao INSS. Em saúde, valem tratamentos hospitalares em geral, incluindo dentários, fisioterapia, cirurgias plásticas, planos de saúde, entre outros. Nos casos de pensão alimentícia, a dedução só é possível se o pagamento tiver sido determinado por decisão judicial. (leia mais abaixo)


Investimentos

Os investimentos devem ser declarados na tabela de bens e direitos. De modo geral, é fundamental reportar todo o patrimônio atual, assim como as perdas e os ganhos nas operações de investimento. Cada um dos ativos — caderneta de poupança, ações, fundo de investimento, tesouro direto, renda fixa, fundo imobiliário — tem um código específico para a declaração. Vale lembrar que o valor relatado deve sempre ser o informado pelas instituições financeiras. (leia mais abaixo)


"Um ponto que acaba confundindo um pouco as pessoas é quando a gente está falando especificamente da aplicação em ações ou fundos imobiliários, ou seja, ativos que você compra por meio da Bolsa de Valores. Para esse tipo de ativo, além de declarar os seus bens e direitos e os rendimentos que teve, é preciso informar, também, as operações que o contribuinte possui", destaca o sócio-fundador da HOA Asset Management, Carlos Castrucci. (leia mais abaixo)


O especialista aconselha: "Declare todos os investimentos sempre, porque, caso você venha a liquidar alguma coisa lá na frente e não tiver informado, pode ter problemas com a Receita. Então, mesmo se estiver com um pouco de dificuldade, vale a pena gastar um tempo. E se você opera renda variável na Bolsa de Valores, é importante que faça a declaração das operações que realizou ao longo dos meses e os resultados. Porque, lá na frente, caso tenha tido prejuízos, vai conseguir, com os lucros futuros que você vai ter nessas operações, abater uma parte do Imposto de Renda". (leia mais abaixo)


Rejane Pires, diretora da Pontual Contadores e Auditores Associados, diz que a principal dica para quem vai declarar investimentos é ter todos os informes das fontes pagadoras. "Às vezes, a pessoa faz puxando pela memória e esquece algum valor, especialmente porque hoje é muito comum operar em várias corretoras. Então, pegue os informes de todas (as fontes pagadoras)." (leia mais abaixo)


Imóveis

Devem entregar a declaração aquelas pessoas que têm propriedades com valor superior a R$ 300 mil, assim como quem possui imóvel de qualquer valor e teve rendimento a partir de R$ 28.559,70 no ano. No caso dos imóveis, o registro é pelo custo de aquisição, e não pelo valor atualizado. (leia mais abaixo)


Quando o imóvel é financiado, é preciso informar a quantia paga até o momento, não o total. O valor declarado deve incluir valores de aquisição: entrada, cartório, juros, dentre outros. Não é preciso colocar as parcelas restantes no campo de dívidas.


Fonte: Correio Braziliense




Diferença entre Lula e Bolsonaro segue diminuindo, diz pesquisa Exame/Idea




22/05/2022 08:08:02.

Pesquisa Exame/Idea divulgada nesta quinta-feira (19) mostra que em um confronto de segundo turno, o ex-presidente Lula (PT) chega a 46% das intenções de votos contra 39% de Jair Bolsonaro (PL) – menor distância entre os dois em um ano. (leia mais abaixo)


No geral, o petista aparece com 41%, seguido por Bolsonaro com 32%, Ciro Gomes (PDT) com 9% e João Doria (PSDB) com 2%. Simone Tebet (MDB), Sofia Manzano (PCB), André Janones (Avante) e Felipe D’Ávila (Novo) aparecem 1% cada. (leia mais abaixo)


Brancos e nulos somam 6%, enquanto os indecisos são 8%. (leia mais abaixo)


A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 14 e 19 de maio, por telefone, e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.


Fonte: IstoÉ




Preço do diesel sobe pela 5ª semana nos postos




20/05/2022 20:08:55.

O preço do diesel subiu pela quinta semana seguida, passando de R$ 6,847 para R$ 6,943 nos postos de combustíveis do Brasil, marcando novo patamar recorde, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A alta foi de 1,4%. No ano, o preço do diesel já acumula aumento na bomba de 29,84%.

Já a gasolina se manteve em patamar recorde. Nesta semana, o litro médio ficou em R$ 7,275 - pouco menor que os R$ 7,298, registrado na semana passada. Até então, a gasolina estava subindo há cinco semanas seguidas. No ano, a gasolina já subiu nos postos cerca de 9%.

Fonte: Globo.com




Shell vai investir em projeto de hidrogênio no Porto do Açu




20/05/2022 14:02:08.

A Shell vai assinar na tarde desta quinta-feira (19) um memorando de intenções com a Prumo Logística para desenvolver um projeto de produção de hidrogênio no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). De acordo com o vice-presidente de Relações Corporativas da petroleira, Flávio Rodrigues, os investimentos para o projeto vão vir dos recursos de pesquisa e desenvolvimento. (leia mais abaixo)

Segundo o executivo, o projeto terá, inicialmente, 10 megawatts (MW) de capacidade, mas poderá ser expandido nos próximos três anos. (leia mais abaixo)

“Esperamos que, numa escala menor, a gente consiga entender os desafios da produção de hidrogênio no Brasil”, disse Rodrigues, em participação no evento Mercado Global de Carbono, no Rio, na tarde de hoje. (leia mais abaixo)

Atualmente, as petroleiras que têm concessões de exploração e produção de óleo e gás no país precisam investir 1% da receita bruta da produção dos campos que operam em pesquisa, desenvolvimento e inovação. A previsão da Shell é que, com o aumento dos preços do barril de petróleo, a companhia invista R$ 600 milhões no Brasil este ano em pesquisa e desenvolvimento e inovação. (leia mais abaixo)

“A área de pesquisa e desenvolvimento tem um papel fundamental na geração dos recursos que vão ser necessários para a descarbonização”, afirmou.

Fonte: Valor Econômico

 



Ranulfo Vidigal: Dias mais doces virão no setor canavieiro




19/05/2022 11:11:58.

A atividade sucroalcooleira do Norte Fluminense está diante de uma boa janela de oportunidade. A avaliação é do economista Ranulfo Vidigal Ribeiro, mestre em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento pela UFRJ. Em sua opinião, o choque de preços nos combustíveis e a busca por fontes renováveis de energia tende a tornar o cultivo da cana novamente um negócio rentável e competitivo, sobretudo com o uso de irrigação, tecnologia de solos, política de compras, financiamento e assistência técnica. (leia mais abaixo)


Campos 24 Horas – O reconhecimento do Norte/Noroeste Fluminense como região semiárida pode, literalmente, ser a salvação da lavoura para o setor sucroalcooleiro, que sofreu um forte declínio nas últimas três décadas?


Ranulfo Vidigal - A vitória parlamentar na Câmara ainda necessita de um round no Senado, mas representa um passo importante na luta do segmento produtivo agrícola da região. Os estudos apontam para o risco de, em dez a 15 anos, nossas cidades deixarem de ter um clima semiúmido seco (na média anual) para semiárido. Por outro lado, a nova alta internacional de matérias-primas alimentares leva o mundo rural brasileiro a pensar na forma de aproveitar essa janela de oportunidades. O setor sucroenergético do Norte Fluminense pode capitalizar toda cadeia produtiva, unindo incentivos adequados, planejamento de longo prazo e preços internacionais favoráveis. (leia mais abaixo)


C24H – O Projeto de Lei 1.440/2019 prevê a criação de um fundo de desenvolvimento econômico da mesorregião, visando a apoiar as atividades produtivas nos 22 municípios do Norte e Noroeste Fluminense. Em sua opinião, como esse fundo deve ser composto para que efetivamente seja representativo e consiga cumprir sua finalidade?


Ranulfo - A ideia do Fundo é positiva e vai envolver a atuação consorciada entre setor público, setor privado e universidades. Retomar a ideia do planejamento regional é estratégico. (leia mais abaixo)


C24H – Fala-se muito na utilização dos recursos deste fundo para projetos de irrigação, com benefício direto ao setor canavieiro. O senhor acredita que a irrigação é o único ou principal caminho para que Campos volte a ser um dos maiores produtores de cana-de-açúcar do país?


Ranulfo - A irrigação, embora represente uma saída de custo alto, é a única saída viável para recuperar a produtividade da terra agrícola, nos moldes praticados no interior paulista. O fator chave agora é o choque de preços internacionais da energia, que cria vantagens relativas para o etanol e para a geração de energia do bagaço da cana. Remunerar o pequeno produtor de cana de açúcar fixa um contingente populacional na área rural, nestes tempos de tecnologia digital chegando a qualquer canto do planeta e promovendo acesso às tecnologias de ponta, informação e telecomunicações. (leia mais abaixo)


C24H – Nas últimas décadas, muitos produtores substituíram a cana-de-açúcar por outras lavouras. O senhor acredita que, diante de novos incentivos e do cenário internacional que favorece as alternativas energéticas ao petróleo, este cenário pode se reverter?


Ranulfo - O choque de preços de alimentos e energia, que aparentemente veio para ficar, tende a tornar o cultivo da cana irrigada em médias e grandes extensões de terra novamente rentável e competitivo. O ponto é adicionar a essa nova fase uma adequada infraestrutura econômica, social e ambiental para o morador dos municípios interioranos e de base rural. (leia mais abaixo)


C24H – Em sua opinião, de que forma a Guerra na Ucrânia vai se refletir no setor sucroalcooleiro? Seus efeitos serão momentâneos? Ou fala-se em novos paradigmas?


Ranulfo - A Guerra, ao produzir escassez de alimentos (notadamente trigo e milho), bem como exigir energias renováveis a preços competitivos abre uma cartela de boas oportunidades para a classe empresarial do interior do Estado do Rio de Janeiro. (leia mais abaixo)


C24H – Diferentemente dos estados que lideram a produção de açúcar e álcool no Brasil (São Paulo, Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul), na região de Campos predominam as pequenas propriedades rurais, com média de 5 hectares cada. Como tornar mais atrativo o plantio de cana nessas lavouras, diante da dificuldade do pequeno produtor em investir na mecanização e técnicas de correção do solo para aumento da produtividade?


Ranulfo - Unindo várias micropropriedades e usando tecnologia de ponta, irrigação, tecnologia de solos, política de compras, financiamento e assistência técnica. Em princípio uma utopia, mas na prática uma saída perfeitamente possível, mediante mudança cultural, vontade política e cooperação. (leia mais abaixo)


C24H – A formação de cooperativas pode ser a saída para o fortalecimento dos pequenos produtores rurais?


Ranulfo - O cooperativismo vem da tradição europeia e gera graus de liberdade para o produtor rural associado. Estamos falando de uma economia solidária cooperativada, um outro arranjo produtivo, ou seja, um empreendimento baseado na propriedade coletiva dos meios de produção. Em 2022, por exemplo, ela vai dividir parte dos R$ 240 milhões da receita de venda da matéria-prima entre proprietários rurais, e assim permitir ao processo industrial gerar açúcar, etanol e energia. Uma saída inteligente para superar a questão da escala produtiva que limita o pequeno produtor. (leia mais abaixo)


C24H – Como o senhor analisa a revitalização da Usina Nova Canabrava, que, arrendada em 2018, voltou a produzir e já conseguiu pagar quase metade das dívidas herdadas da gestão anterior?


Ranulfo - O arrendamento permitiu uma interessante e rentável verticalização da produção da unidade industrial da empresa. Uma empresa não pode existir sem revolucionar, incessantemente, seus instrumentos de produção e distribuição de seus produtos e serviços. E, consequentemente, suas relações de produção na busca de maior produtividade. (leia mais abaixo)


C24H – A cultura da cana-de-açúcar é uma atividade que passa de pai para filho. As novas gerações têm mais motivo para se preocupar ou para ter esperança no setor sucroalcooleiro?


Ranulfo - A tradição da cultura da cana de açúcar é centenária na região e pode ser mantida, a partir de adequados incentivos materiais e simbólicos, como resultado de políticas públicas que una setor empresarial, poder público e universidades.




Procurador da Justiça começa por Macaé ciclo de visitas ao interior




18/05/2022 07:07:14.

Para discutir as demandas mais importantes do interior do estado e aproximar o Ministério Público das questões regionais, o procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, visitou, nesta terça-feira, as sedes do MPRJ em cinco municípios da região Norte e também da Baixada Litorânea. Foram realizados encontros com os promotores de Justiça em Macaé, Conceição de Macabu, Quissamã/Carapebus, Silva Jardim e Casimiro de Abreu. É o início de um ciclo de visitas do PGJ nas unidades do MPRJ espalhadas pelo Estado, os compromissos se estenderão para outras unidades do Norte Fluminense, como Campos dos Goytacazes, além das outras regiões fluminenses. Nesta quarta-feira, ele visita Búzios, São Pedro da Aldeia, Arraial do Cabo e Cabo Frio. (leia mais abaixo)


No fim do dia, depois dos encontros localizados, o PGJ se reuniu no CRAAI Macaé/MPRJ com os promotores que atuam na região. No encontro, dialogaram sobre iniciativas que podem auxiliar o trabalho das Promotorias de Justiça e debateram assuntos prioritários para os municípios. Além de Luciano Mattos, estavam presentes o secretário-geral, Dimitrius Viveiros Gonçalves, e o coordenador-geral de Atuação Coletiva Especializada, David Francisco de Faria, pela administração. (leia mais abaixo)


“É importante o procurador-geral de Justiça ter uma ideia mais próxima, ainda que rápida, da realidade de cada unidade do Ministério Público. Esse diálogo nos permite ouvir as reivindicações, sugestões e críticas, uma troca fundamental para aprimorar o trabalho”, disse Luciano Mattos, que acrescentou: “O Estado vive um regime de recuperação fiscal, então não há outra saída a não ser atuar de forma mais eficiente, porque os recursos são limitados. Para alcançarmos isso, é fundamental a participação de todos nessa iniciativa de integrar a gestão”.


Quatro servidores da Secretaria-Geral de Planejamento Institucional deslocaram-se para Macaé a fim de apresentar propostas e colher informações relacionadas ao projeto Racionalizar, que tem a premissa de integrar a gestão de forma a alcançar melhores resultados. Andreia Rodrigues da Silveira, Tales Rodrigues da Silva Gonçalves, André Oliveira Herdy da Silva e Fellipe Figueiredo Silva também detalharam aos membros outros projetos institucionais, como o Parquet Digital, o Lyra e as estratégias na área de segurança pública.


Iniciativa do procurador-geral de Justiça, o Racionalizar busca promover meios de tornar mais eficientes as funções do MPRJ, proporcionando condições às Promotorias e Procuradorias de Justiça atuarem de forma mais efetiva, focadas em resultados e aptas a efetuarem respostas mais rápidas para as demandas da sociedade.




PF vai investigar casal Moro por transferência de domicílio eleitoral




17/05/2022 14:02:08.

O promotor Reynaldo Mapelli Júnior disse que as primeiras explicações enviadas pelo casal “não convencem” e que é preciso aprofundar a investigação “para melhor compreensão dos fatos”. (leia mais abaixo)


“O vínculo residencial, social e afetivo dos noticiados é indubitavelmente a cidade de Curitiba, no Estado do Paraná, onde ambos exercem suas atividades pessoais, profissionais e políticas e o ex-juiz Sergio Moro ficou nacionalmente conhecido como responsável pelo julgamento dos processos criminais da Operação Lava Jato”, diz um trecho do despacho. (leia mais abaixo)


Por lei, a mudança de domicílio eleitoral demanda comprovação de que o novo endereço venha sendo usado há pelo menos três meses. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também já decidiu que a alteração exige “vínculos políticos, econômicos, sociais ou familiares”. (leia mais abaixo)


Ao justificar a transferência, a defesa do ex-juiz da Lava Jato disse que São Paulo virou seu “hub” para voos. Moro também disse que, desde dezembro do ano passado, um hotel na zona sul da capital paulista passou a ser “sua residência primária e base política”. Ao mudar o cadastro na Justiça Eleitoral, no entanto, usou um contrato de locação assinado dois dias antes da alteração. (leia mais abaixo)


Para justificar o vínculo com a capital paulista, Moro disse ao MP que recebeu honrarias no Estado e que trabalhou para a consultoria americana Alvarez & Marsal. Já Rosângela afirmou que, desde 2016, presta serviços para uma associação de pessoas com doenças raras sediada em São Paulo.


“[É uma] situação que por si só exige uma investigação criminal para verificar se a inscrição foi fraudulenta ou não, inclusive considerando a aparente fragilidade dos demais vínculos alegados a posteriori (no caso de Sergio, as honrarias que não foram conferidas pela Municipalidade de São Paulo, o contrato com empresa novaiorquina que teria sede na capital paulistana e o núcleo politico que diz ter se dado em outro local, o Hotel Continental; no caso de Rosangela, o contrato de prestação de serviços com um associação de defesa de pessoas com doenças raras e outras deficiências, que tem sede da capital paulistana”, anotou o promotor. (leia mais abaixo)


O pedido para investigar o casal foi feito pela empresária Roberta Luchsinger, filiada ao PSB, no mês passado. Recém-filiados ao União Brasil, Moro e Rosângela são paranaenses. Os dois transferiram os domicílios eleitorais com a intenção de lançarem candidaturas ao Legislativo. (leia mais abaixo)


COM A PALAVRA, O ADVOGADO GUSTAVO GUEDES, QUE REPRESENTA SERGIO MORO

“Sergio e Rosangela Moro cumpriram rigorosamente todas exigências da legislação eleitoral ao solicitarem a mudança de domicílio eleitoral. Moro e sua esposa estão à disposição da Polícia Federal para prestar todos os esclarecimentos necessários, confiantes de que a lei vale para todos e deverá prevalecer.”


Fonte: Estadão Conteúdo




STF e TSE decidem formar aliança para defender a democracia e as eleições




16/05/2022 14:02:09.

Na próxima quarta, 11h30, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, e o presidente do TSE, Edson Fachin, vão assinar um termo de cooperação entre os dois tribunais para estabelecer uma série de ações conjuntas de “fortalecimento da democracia e do processo eleitoral”. (leia mais abaixo)


O movimento tenta responder aos ataques de radicais bolsonaristas contra o sistema eleitoral e criar meios para mobilizar a sociedade em torno da defesa das eleições e da democracia, caso algum dos derrotados nas eleições de outubro não queiram aceitar o resultado do pleito.


 




MPRJ realiza evento para discutir violência política de gênero e raça no sistema eleitoral




14/05/2022 10:10:00.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB/MPRJ), realizou, nesta sexta-feira (13/05), evento para discutir a violência política de gênero e raça no sistema eleitoral. As palestras foram realizadas através de videoconferência, com transmissão aberta pelo Youtube do IERBB. O evento foi uma iniciativa conjunta da Coordenadoria-Geral de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana (COGEPDPH/MPRJ), através da Coordenadoria de Direitos Humanos e Minorias (CDHM/MPRJ) e da Coordenadoria de Mediação, Métodos Autocompositivos e Sistema Restaurativo (Cemear), com apoio do CAO Eleitoral. (leia mais abaixo)


O procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, participou da abertura do encontro, que foi mediado pela coordenadora de Direitos Humanos e Minorias do MPRJ, Eliane de Lima Pereira. Palestraram sobre a temática a promotora de Justiça do MPSP, Vera Taberti; a procuradora Regional Eleitoral, Silvana Batini; e a analista do TRE-MG, Sabrina Braga de Paula. (leia mais abaixo)


Na abertura, Luciano Mattos ressaltou o empenho da escola de governo do MPRJ em levantar debates e conscientizar sobre assuntos importantes para a sociedade. "São dois eventos simultâneos hoje, o que mostra a preocupação da nossa escola em levantar discussões sobre temas sensíveis e relevantes para a sociedade. No outro painel, estamos discutindo (aqui colocamos link para a matéria da Nathaly) a importância dos municípios na área de segurança pública e, aqui, falando sobre a violência política de gênero e raça no sistema eleitoral", comentou Luciano Mattos, que complementou: "Reforço a importância que damos e daremos para o enfrentamento a essas violências sociais. Consideramos esse tema também como uma expressão maior da democracia, envolvendo não somente a questão eleitoral, mas as questões estruturais que vão culminar na expressão do voto. Isso tudo compõe um arcabouço social e jurídico que merece nossa atenção e a parcela de contribuição que o Ministério Público pode dar".


Primeira a palestrar, a promotora de Justiça Vera Lucia ressaltou a pouca evolução da representatividade feminina na política nos últimos anos, em comparação com outras áreas da sociedade. Reflexo, segundo ela, de um ambiente predominantemente ocupado por homens, o que faz com que as mulheres sejam mais julgadas, encontrem mais preconceito e discriminação, causando um desestímulo à participação feminina. Para enfrentar o tema, ela mencionou desafios e iniciativas já adotadas, além de avanços, como a edição da Lei 14.192/2021.


Em seguida, a procuradora regional Silvana Batini aprofundou o debate sobre o assunto, complementando que essa definição da violência política (da mesma Lei 14.192/2021) ainda é restritiva e precisa ser ampliada. Ela apontou a necessidade de abranger, por exemplo, processos violentos contra minorias que são manifestados de formas muito sutis, mas igualmente colocam esses grupos em situação de desestímulo e constrangimento.


Analista judiciária do TRE-MG, Sabrina de Paula fechou o ciclo de palestras abordando o tema da violência racial no sistema eleitoral. Para situar os participantes na gravidade da questão, citou dados que demonstram que a população negra, em especial as mulheres negras, sofrem violência em escala muito maior dentro ou fora do sistema político. Para se ter uma ideia da discrepância no sistema eleitoral, estudo do TSE revela que apenas 4% dos congressistas eleitos em 2018 são pretos. "As mulheres negras são atravessadas por tripla opressão: de gênero, raça e classe. Essas mulheres estão fazendo política nas escolas, nas ruas, nos movimentos. A gente precisa dar visibilidade para que elas possam levar suas demandas para as arenas institucionalizadas de poder", finalizou Sabrina. (leia mais abaixo)


Também estiveram presentes na mesa de abertura a coordenadora-geral de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana, Patrícia Carvão, o coordenador do IERBB/MPRJ, Leandro Navega, a coordenadora do Cemear, Roberta Rosa Ribeiro, e a coordenadora do CAO Eleitoral, Renata Tauk.




Bolsonaro convoca militares e civis a lutarem por 'liberdade'




14/05/2022 08:08:10.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) mostrou que não pretende arrefecer os embates com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com os quais tem medido forças por causa das eleições de outubro e da condenação à prisão do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). O chefe do Executivo defendeu, ontem, as Forças Armadas e atacou novamente as duas Cortes. No mesmo dia, porém, o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, enfatizou que não cederá a pressões. "Diálogo, sim, joelhos dobrados por submissão, jamais", frisou o magistrado. (leia mais abaixo)


Em evento de formatura na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, em São Paulo, Bolsonaro afirmou que estão tentando "roubar nossa liberdade". "Nós, pessoas de bem, civis e militares, precisamos de todos para garantir a nossa liberdade, porque os marginais do passado usam hoje outras armas, também em gabinetes, com ar-condicionado, visando roubar a nossa liberdade", discursou. "Nós, Forças Armadas, nós, forças auxiliares, não deixaremos que isso aconteça. Nós defendemos a nossa Constituição, a nossa democracia e a nossa liberdade. Esse exército de pessoas de bem, civis e militares, deve se unir para evitar que roubem a nossa liberdade." (leia mais abaixo)


Sem citar nomes, Bolsonaro disse que há pessoas tentando coibir a liberdade de expressão, em uma referência a Daniel Silveira, condenado pelo STF a oito anos e nove meses de prisão por atos antidemocráticos e ameaças a ministros da Corte e a instituições. Menos de 24 horas depois da sentença do Supremo, o chefe do Executivo concedeu indulto ao parlamentar. As declarações do presidente também se reportam aos inquéritos das fake news e das milícias digitais, em tramitação no STF.


Desde que assumiu o governo, Bolsonaro acusa fraudes no sistema eleitoral, sem nunca ter apresentado provas. Ele insinua que a Justiça Eleitoral pode manipular os resultados das eleições e chegou a sugerir que as Forças Armadas fizessem uma apuração paralela dos votos, para dar mais "transparência" ao processo. Militares também levantaram dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas ao fazerem 88 questionamentos ao tribunal sobre os equipamentos.


"Sem subterfúgios"

Horas depois, no Congresso Brasileiro de Magistrados, em Salvador, Fachin cobrou que "todos os Poderes digam, sem subterfúgios, que vão respeitar o processo eleitoral de outubro de 2022". "A nenhuma instituição ou autoridade a Constituição permite poderes que são exclusivos da Justiça Eleitoral. Não permitiremos a subversão do processo eleitoral. E digo, para que não tenham dúvida: para remover a Justiça Eleitoral de suas funções, terão que, antes, remover este presidente da sua presidência. Diálogo sim, joelhos dobrados, jamais", sustentou.


Fachin também destacou que "quem ama a democracia não propaga conflito". "As eleições são ferramentas substitutivas do conflito, por isso mesmo é mandatário que prevaleça o senso de responsabilidade institucional, que anima a base constitucional do nobre compromisso de todas as instituições, todas, sem exceção, a serviço da democracia brasileira".


O magistrado também mencionou ataques à imprensa e a atuação de milícias digitais. "Dizem que falo de fantasmas. A violência tem gênero e grau. A violência no Brasil é trágica. A desinformação tem nome e origem. Não é um fantasma. Assistimos quase incrédulos à normalização de ataques às instituições, impulsionados por práticas de desinformações", ressaltou. Na quinta-feira, Bolsonaro disse não saber "de onde ele (Fachin) tira esse fantasma de que as Forças Armadas querem intervir na Justiça Eleitoral".


Também participante do evento na Bahia, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, afirmou que a democracia passa por um "processo de erosão por todo o mundo" e disse ser preciso trabalhar para restabelecê-la.


Barroso citou países como Hungria, Polônia, Turquia, Rússia, Filipinas, Venezuela, Nicarágua e El Salvador como governos autoritários, além das "turbulências" recentes nos Estados Unidos e no Reino Unido. Sem citar o Brasil ou o nome de Bolsonaro, destacou que é preciso autocrítica de democratas para um restabelecimento do sistema no mundo. (leia mais abaixo)


"Essa ascensão de um processo autoritário e populista se dá por insuficiências da própria democracia. Por isso, os que defendem a democracia precisam identificar e trabalhar para restabelecer essa crença que une a todos", disse. "Temos de restabelecer o mínimo de honestidade intelectual, o mínimo de honestidade aos fatos. O filme da democracia brasileira é bom. Às vezes, a fotografia é assustadora, mas o filme é bom. Eu tive cuidado de não dizer nada polêmico aqui porque os tempos não estão para polêmica", acrescentou.


Fonte: Correio Braziliense




Bolsonaro aciona STF contra política de estados para ICMS de diesel




13/05/2022 16:04:12.

Às voltas com aumentos sucessivos no preço dos combustíveis em ano eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 12, contra uma medida adotada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), composto de secretários estaduais de Fazenda, que permite a cada estado dar descontos nas alíquotas de ICMS cobradas sobre o diesel. (leia mais abaixo)


Para a Advocacia-Geral da União (AGU), o Confaz afrontou a Constituição e a recém-sancionada lei 192/2022, que prevê a cobrança de alíquota única do imposto, principal fator de arrecadação estadual, sobre gasolina, álcool e diesel, entre outros. A lei foi aprovada como uma das medidas para reduzir o preço dos combustíveis. (leia mais abaixo)


Em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), Bolsonaro questiona duas cláusulas do Convênio 16/2022 do Confaz, aprovado em março pelo conselho de secretários estaduais, que é presidido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Uma delas prevê um “fator de equalização de carga tributária” na cobrança do ICMS e a outra introduz, a partir desse fator, que estados devem compensar entre si diferenças no recolhimento do imposto em operações interestaduais de fornecimento de combustível. O caso será decidido pelo ministro André Mendonça, ex-ministro da AGU indicado ao STF por Jair Bolsonaro. (leia mais abaixo)


A ação protocolada no Supremo cita o fato de o Confaz, em consonância com a lei recém-sancionada, ter estabelecido alíquotas uniformes de ICMS a todos os estados. No caso do óleo diesel, usado por caminhoneiros, os valores do imposto seriam de 0,9986 real por litro de óleo diesel A e 1,0060 por litro do óleo diesel S10. Para o governo, contudo, o fator de diferenciação criado pelo conselho “esvazia” as alíquotas comuns a todos os estados e o Distrito Federal, “perpetuando, inconstitucionalmente, o cenário de acentuada assimetria” na cobrança do imposto. (leia mais abaixo)


A AGU dá como exemplo o caso do Paraná, que pode dar um desconto de 0,4718 real por litro de óleo diesel A, enquanto o Acre não aplicará o “fator de equalização”. “A tributação no estado do Acre do citado derivado de petróleo será 89,5% superior à exercida no estado do Paraná”, aponta a ação. (leia mais abaixo)


“Além de juridicamente insustentável, a persistência da prática de alíquotas assimétricas onera significativamente os contribuintes, que já se encontram pesadamente impactados pela variação drástica do preço dos combustíveis na atual conjuntura”, diz a ADI de Bolsonaro. Alinhado com o discurso do presidente de que boa parte da “culpa” pelos preços dos combustíveis na bomba é dos governadores, em decorrência do ICMS, o documento ainda cita estudos segundo os quais o imposto estadual está no centro da “complexidade tributária” no país, “com prejuízos naturais para o consumidor”. (leia mais abaixo)


“Afinal, um regime fiscal complexo traz como consequência inexorável um setor de combustíveis menos competitivo, menos eficiente, que suporta maiores custos e que, dessa forma, acaba transferindo preços maiores ao consumidor”, afirma a ação.


Fonte: Veja




Bolsonaro segue crescendo enquanto Lula estaciona, diz pesquisa




13/05/2022 16:04:37.

A segunda rodada de maio da pesquisa Ipespe mostra que foi mantida a tendência de crescimento das intenções de voto e da avaliação positiva de Jair Bolsonaro — os dois indicadores oscilaram 1 ponto para mais em relação ao levantamento da semana passada. (leia mais abaixo)


As intenções de voto no presidente oscilaram de 31% para 32% em uma semana — desde janeiro, o crescimento soma 8 pontos. A diferença para Lula, que manteve os 44% do levantamento anterior, caiu para 12 pontos porcentuais, a menor registrada desde julho de 2021.(leia mais abaixo)


Na sequência, mantiveram-se estáveis Ciro Gomes (8%), João Doria (3%), André Janones (2%) e Simone Tebet (1%). Os demais postulantes não pontuaram.(leia mais abaixo)


Foram realizadas 1.000 entrevistas de abrangência nacional nos dias 9, 10 e 11 de maio. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-02603/2022. A margem de erro máxima é de 3,2 pontos porcentuais.




Prefeitura de Macaé oferece 322 vagas de emprego Offshore e Onshore




12/05/2022 08:08:40.

O banco de empregos da Prefeitura de Macaé, no Norte Fluminense, está com 322 vagas de emprego abertas para diversas áreas de atuação nesta semana. São oportunidades para diferentes níveis de escolaridade.  (leia mais abaixo)


Dentro do total de oportunidades de emprego, a empresa RIP em parceria com a Secretaria Adjunta de Trabalho e Renda está com vagas disponíveis para contratação imediata. São 68 vagas para 13 áreas de atuação com regime de trabalho onshore e offshore. (leia mais abaixo)


Entre elas estão: Eletricista de manutenção (6), Eletricista manutenção e Operação (5), Instrumentista (10), Instrumentista de guindaste (2), Mecânico de Torno (10), Mecânico de Manutenção de Válvulas (5), Mecânico Manutenção e Operação (6), Mecânico de guindaste (7), Mecânico de refrigeração (7), Planejador (7), Operador de CCO Pleno (1), Técnico Eletrotécnico (1) e Auxiliar Administrativo (1). (leia mais abaixo)


Os interessados em concorrer às vagas específicas da empresa RIP, podem se dirigir à sede da Central do Trabalhador até esta terça-feira (10) para retirada do encaminhamento. É necessário apresentar os documentos voltados aos requisitos da vaga. (leia mais abaixo)


O atendimento é feito pela Central do Trabalhador que está em novo endereço, no Edifício Comercial Lotus na Av. Nossa Sra. da Glória, 1181, Cavaleiros, em Macaé.


Fonte: RJ Empregos




Nova pesquisa alimenta o sonho bolsonarista de virada sobre Lula




11/05/2022 08:08:06.

A pesquisa CNT/MDA feita entre os dias 4 e 7 de maio e divulgada nesta terça-feira, 10, mostra que a dianteira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu de 14 pontos porcentuais em fevereiro para 8,6 em maio.  (leia mais abaixo)


O movimento, ainda que alimentado pela saída da disputa do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), que tinha 6,4% das intenções de voto em fevereiro, mantém acesa a esperança bolsonarista de ultrapassar Lula até junho, como verbalizou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), um dos líderes do Centrão, bloco que sustenta Bolsonaro no Congresso e na eleição.  “É uma expectativa que, pelas últimas pesquisas, ele passe no final de maio ou junho”, disse Lira em entrevista ao jornal Valor Econômico no último dia 5. A expectativa contraria análises de especialistas, que consideram muito difícil daqui para frente Bolsonaro manter uma taxa de crescimento suficiente para ultrapassar o petista.  (leia mais abaixo)


Mas é inegável que a distância entre os dois vem encurtando de forma considerável. Segundo a recente pesquisa CNT/MDA, a diferença de Lula para Bolsonaro era de 14,7 pontos porcentuais em julho de 2021 (41,3% a 26,6%), subiu para 17,2 em dezembro (42,8% a 25,6%) e ficou em 14,2 em fevereiro (42,2% a 28%). Hoje, ela é de 8,6 (40,6% a 32%), ou seja, em relação a dezembro, a distância do petista para o presidente caiu exatamente pela metade.  (leia mais abaixo)


A menor diferença registrada entre ambos até agora pelos institutos foi de 4,8 pontos porcentuais, apontada pelo Paraná Pesquisas na semana passada (40% a 35,2%).  (leia mais abaixo)


A atual pesquisa CNT/MDA também mostrou que os candidatos da terceira via têm o que comemorar, já que Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB), André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB) oscilaram positivamente em relação a fevereiro.  (leia mais abaixo)


O levantamento foi feito por meio de telefone com 2.002 entrevistados de todo o país e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-05757|2022.


Fonte: Veja




Trinta sequelas e sintomas persistentes da Covid-19; confira a lista




10/05/2022 08:08:31.

A infecção pela Covid-19 até pode ser assintomática, mas isso não a impede de deixar marcas. De acordo com as informações mais recentes, são aqueles pacientes que tiveram a doença em níveis mais graves que possuem maior probabilidade de ficar com prevalência de sintomas e sequelas após serem contagiados com o SARS-CoV-2. (leia mais abaixo)


Pessoas com casos mais leves da doença têm relatado dificuldades nas semanas ou meses seguintes à infecção. (leia mais abaixo)


“Ainda não tivemos tempo suficiente para perceber como vai ser esta evolução”, diz à CNN Portugal Andreia Leite, professora na Escola Nacional de Saúde Pública, que trabalha em um estudo que irá avaliar a persistência da ‘covid longa’ em Portugal. (leia mais abaixo)


“Tem ocorrido grande dificuldade em definir a covid longa”, admite, bem como as sequelas que ficam em uma “condição pós-covid”. (leia mais abaixo)


“A condição pós-covid é um diagnóstico de exclusão”, assinala ainda a investigadora. “Se alguém teve covid e começa com determinado sintoma é preciso perceber se é, de fato, esta a justificação, até porque existe um conjunto de outras causas para estes vários sintomas, o que torna a abordagem mais difícil”, resume.


A própria nomenclatura de “covid longa” não levanta consensos: um estudo publicado na The Lancet Respiratory Medicine, já no início deste mês, refere que, dado o especto de sintomas que podem ocorrer e persistir após a infecção da Covid-19, e também podem afetar diferentes órgãos e sistemas do organismo, “é essencial concordar na nomenclatura e definição” para avaliar a sua incidência, subtipos e gravidade. (leia mais abaixo)


“Este processo não pode ser deixado para as agências, prestadores de cuidados de saúde ou investigadores, mas requer vasta discussão, incluindo, nomeadamente, as pessoas afetadas.” (leia mais abaixo)


Sequelas e sintomas

Segundo uma revisão de estudos sobre a ‘long covid’, que estima que as sequelas da doença a longo prazo terão um impacto substancial na saúde pública, existem mais de 50 sintomas distintos relatados pós-infecção por covid-19, sendo os mais prevalentes a fadiga e dificuldades respiratórias, seguidas por perturbações do olfacto e paladar, cefaleias, dor no peito, névoa mental e perda de memória, bem como perturbações do sono. (leia mais abaixo)


Confira uma lista de 30 dos sintomas relatados e, se for o seu caso, marque uma consulta.



  • Fadiga

  • Dor de cabeça

  • Dificuldades respiratórias

  • Dor de garganta

  • Lesões pulmonares

  • Dor no peito

  • Tosse persistente

  • Dor muscular e articular

  • Ansiedade

  • Depressão

  • Insônias

  • Dificuldade de concentração

  • Névoa mental

  • Perda de memória

  • Perda de olfacto

  • Perda de paladar

  • Irritações cutâneas

  • Perda de apetite

  • Vômitos

  • Dor abdominal

  • Refluxo gastroesofágico

  • Diarreia

  • Incontinência urinária e fecal

  • Alterações no ciclo menstrual

  • Queda de cabelo

  • Arrepios

  • Suor abundante

  • Arritmias e palpitações cardíacas

  • Inflamação do miocárdio

  • Edema dos membros


A “condição pós-covid”

Bernardo Gomes, médico de Saúde Pública, lembra a definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera “condição pós-covid” os sintomas que surgem três meses após infecção, que duram pelo menos dois meses e não podem ser explicados por um diagnóstico alternativo.


Para o especialista, é importante, em termos de sequelas, dissociar aquelas que são efetivamente decorrentes da Covid-19 e outras que possam surgir de circunstâncias de doença mental ou até decorrentes de alterações de estilos de vida determinados pelas medidas pandêmicas. (leia mais abaixo)


Segundo os estudos mais recentes, sintomas pós-covid são mais comuns em adultos do que em crianças e mais habituais em doentes não vacinados do que em pessoas que tomaram a vacina. (leia mais abaixo)


“E há outra circunstância: pessoas que podem não ter nada na fase pós-aguda e aparecem com quadros, passado algum tempo, que se encaixam na possibilidade de long covid”, acrescenta Bernardo Gomes. (leia mais abaixo)


Entre as sequelas mais comuns da Covid-19, o médico aponta fadiga, dificuldade respiratória e disfunção cognitiva. “No entanto, temos outros quadros de afecção do sistema nervoso. (leia mais abaixo)


Na prática, as suas consequências traduzem-se em alterações inesperadas do ritmo cardíaco, arritmias, disfunções do sistema digestivo que persistem”. O médico lembra ainda que há doenças cujo número de casos parece ter aumentado no pós-covid, nomeadamente a diabetes, fenômeno que se considera agora estar ligado a uma resposta autoimune exacerbada ao SARS-CoV-2, mas que ainda terá de ser devidamente aprofundado.


“Não jogamos contra um único inimigo, jogamos contra o vírus e as suas questões agudas mas também contra uma reação imunitária exagerada que chegou a causar mortes. E ainda um terceiro inimigo, que deriva do segundo, percebemos que existem reações desreguladas ao vírus que podem ter um eco futuro e não se percebem num primeiro momento”, frisa o especialista de Saúde Pública. (leia mais abaixo)


“Infelizmente, vamos tendo cada vez mais casos destes, a expectativa é de que venha muita gente a ser afetada, ainda vai ter um impacto social importante”. (leia mais abaixo)


O mesmo diz a investigadora Andreia Leite: “É esperado que haja algum impacto do ponto de vista social e econômico, para além do impacto nos serviços de saúde”, refere, acrescentando que ainda não existe uma “imagem clara” da frequência da Covid-19 a longo prazo e suas sequelas, mas que serão certamente precisos muitos recursos para a “marcha diagnóstica” necessária nestes casos, que incluem a realização de exames complementares ou referenciação dos doentes para diferentes especialidades. (leia mais abaixo)


A professora da Escola Nacional de Saúde Pública lembra ainda que estas sequelas e sintomas do pós-covid são geralmente mais frequentes em doentes hospitalizados ou que tiveram doença grave e, em alguns casos, resolvem-se espontaneamente, mas em outros acabam por persistir “por um período longo e com impacto no dia a dia, na qualidade de vida, na diminuição das horas de trabalho ou obrigando a ter funções revistas”. (leia mais abaixo)


Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 10% a 20% das pessoas que tiveram Covid-19 sofrem de sintomas após recuperarem da fase aguda da infecção, uma condição “imprevisível e debilitante” que afeta também a saúde mental. (leia mais abaixo)


E um estudo publicado na eClinicalMedicine revela mesmo que já foram identificados 203 sintomas associados à covid de longa duração e que envolvem 10 órgãos diferentes do corpo humano. O estudo foi realizado com dados de 56 países e envolveu mais de três mil pessoas, tendo concluído que 56 dos 203 sintomas identificados persistiram por sete meses.


Fonte: CNN




O recado do líder dos caminhoneiros após a nova alta do diesel




09/05/2022 15:03:41.

A nova alta no preço do diesel nas refinarias começa a valer a amanhã, mas já aborrece os caminhoneiros. Com o aumento de 9% anunciado pela Petrobras nesta segunda-feira, 9, os caminhoneiros já projetam altas em efeito cascata nos preços. Segundo Wallace Landim, o Chorão, líder da greve dos caminhoneiros de 2018 e presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), o aumento nos combustíveis dos caminhões terá ‘efeito dominó’ sobre a inflação, já bastante pressionada. “Os caminhoneiros não sobrevivem mais se não repassarem os aumentos dos combustíveis para os fretes. Como liderança, essa é a nossa orientação para a categoria”, diz em nota publicada no início da tarde. (leia mais abaixo)


Segundo Chorão, a categoria recebe o reajuste como “indignação” e volta a questionar a política de preços da Petrobras, que leva em conta os preços do barril do petróleo no mercado internacional e do dólar e, com o custo para o caminhão rodar subindo, os preços também devem subir nos supermercados. “Mudou o preço na bomba a dona de casa já sente o aumento no dia seguinte na feira livre. Não é culpa do feirante ou do caminhoneiro, e sim do PPI da Petrobras”. (leia mais abaixo)


Essa é a terceira vez no ano que a Petrobras aumenta o valor do diesel. Na última alta, em março, a estatal também reajustou os preços da gasolina. O aumento na ocasião fez com que o presidente Jair Bolsonaro demitisse o general Joaquim Silva e Luna do comando da companhia. Essa é a primeira alta no combustível da nova gestão da estatal, comandada por José Mauro Coelho, ex-secretário do Ministério de Minas e Energia. Com a alta anunciada, o litro do diesel nas refinarias vai passar de 4,51 reais para 4,91 reais.


Fonte: Veja




Chapa Lula/Alkmim é lançada oficialmente neste sábado; Lula discursa




07/05/2022 17:05:52.

Em discurso de lançamento de sua chapa com Geraldo Alckmin (PSB) neste sábado (07), o ex-presidente Lula (PT) afirmou que fará "a maior revolução pacífica da história", e que o Brasil "precisa de calma e tranquilidade". Ao discursar, Lula defendeu a gestão dos governos anteriores do PT, que é preciso recuperar a soberania brasileira e fez ataques ao governo Bolsonaro (PL). (leia mais abaixo)


"Eu tenho certeza de que na hora em que começar o trabalho e viajar o Brasil, e conversar com o povo, e que cada um de vocês começar a falar a verdade para esse país, tenho certeza que vamos conseguir fazer a maior revolução pacífica da história que o mundo conhece", disse o ex-presidente. (leia mais abaixo)


O lançamento oficial da chapa de Lula e Alckmin ocorreu neste sábado (07), em evento no Expocenter Norte, em São Paulo. A pré-candidatura faz parte do movimento Vamos Juntos Pelo Brasil, composto por sete partidos: PT, PSB, PSOL, PV, PCdoB, Rede e Solidariedade.


Estão presentes lideranças de movimentos sociais, de centrais sindicais, parlamentares dos partidos que compõem o movimento e também de legendas que ainda não declararam apoio a Lula, como o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Também estavam no evento influenciadores e artistas.


"Não é digno desse título o governante incapaz de verter uma única lágrima diante de seres humanos revirando caminhões de lixo procurando comida, ou de mais de 660 mil brasileiros mortos de covid", disse Lula. Sem citá-lo nominalmente, o ex-presidente fez críticas contundentes a Jair Bolsonaro, defendendo que o atual governo é responsável pela volta da fome, pela crise econômica e pela perda de soberania do país.


Lula também criticou os ataques de Bolsonaro a instituições democráticas, como o Supremo Tribunal Federal (STF), e afirmou que o país precisa de "calma e tranquilidade" para poder se desenvolver.


"Chega de ameaças, chega de tensões artificiais. O Brasil precisa de calma e tranquilidade", discursou o ex-presidente. "Não somos a terra do faroeste, onde cada um impõe a própria lei. Ninguém, absolutamente ninguém, está acima dela [da Constituição]".


O ex-presidente ainda afirmou que "não nasceu para ter ódio", e que sua atitude durante as eleições será diferente da de Bolsonaro. "A tarefa de restaurar a democracia exigirá de cada um de nós o compromisso de tempo integral. Não temos tempo a perder odiando quem quer que seja. Não faremos jamais como o nosso adversário, tentando mascarar a sua incompetência brigando com todo mundo e mentindo sete vezes por dia", disse Lula.




Caseiro chantageia ex-mulher de Bolsonaro e diz ter provas de rachadinha




06/05/2022 09:09:59.

Escondido em algum lugar da periferia do Rio de Janeiro, Marcelo Nogueira dos Santos, que trabalhou como assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro entre 2003 e 2007 e até o ano passado como caseiro da advogada Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, afirma ter gravações de áudio e vídeo que comprovariam a prática do notório esquema da rachadinha, o escândalo que ronda a família do Presidente da República há quatro anos. As imagens mostrariam Ana Cristina contabilizando o dinheiro arrecadado com o recolhimento de parte dos salários dos funcionários do gabinete do filho Zero Um e os áudios reuniriam conversas esclarecedoras sobre a real participação de alguns dos principais personagens envolvidos na trama. Marcelo não revela sua exata localização, diz temer por sua vida e afirma que o material que guarda é um seguro de que nada de ruim vai lhe acontecer. Por fim, garante que tudo será revelado no momento oportuno — e, quando isso acontecer, as consequências serão extremamente embaraçosas para todo o clã Bolsonaro. (leia mais abaixo)


Em Brasília, onde mora atualmente, Ana Cristina Valle está assustada com o que diz o seu ex-funcionário e com medo do que ele pode vir a fazer. Marcelo está exigindo dinheiro para não revelar o que seria a prova do envolvimento dela no escândalo da rachadinha. A chantagem começou no ano passado, depois que o caseiro se desentendeu com a ex-patroa e deixou o emprego, foi crescendo em intensidade no segundo semestre e atingiu o ápice há algumas semanas, quando as ameaças resvalaram no filho e no próprio presidente da República. VEJA teve acesso a um conjunto de mensagens que o caseiro enviou à família Bolsonaro nos últimos meses. Numa delas, ele pede 200 000 reais para não contar o que sabe às autoridades. Em outra, deixa claro que, se não for atendido, está disposto a chegar às últimas consequências, o que significaria tornar público tudo que viu, ouviu e participou nos vinte anos em que serviu ao clã. Em uma terceira, fala explicitamente que, se as negociações não evoluírem, a desavença vai terminar em morte. (leia mais abaixo)


Em vários papéis diferentes, o caseiro acompanhou de perto algumas passagens importantes da família presidencial. Em 2002, atuou como cabo eleitoral na campanha de Flávio Bolsonaro. Na sequência, foi contratado como assessor do gabinete do deputado, onde permaneceu lotado por cinco anos ininterruptos. Em 2008, passou a trabalhar exclusivamente com Ana Cristina, fazendo serviços domésticos e auxiliando na criação de Jair Renan, o filho mais novo do presidente, e testemunhando todo o conturbado processo de separação do casal. No ano passado, em entrevista ao site Metrópoles, admitiu ter participado da rachadinha, devolvendo parte do seu salário durante o período em que assessorou o filho do presidente, e apontou a ex-patroa como a mentora e principal beneficiária do esquema. Segundo ele, os funcionários repassavam à advogada entre 80% e 90% dos seus vencimentos. Na época, ela ainda era casada com Jair Bolsonaro. Ou seja, o esquema, da maneira como narra o caseiro, também teria favorecido indiretamente o atual presidente.


“VOU MATAR ELA”

Depois de pedir 200 000 reais para não revelar segredos que diz guardar, Marcelo Nogueira, ex-assessor de gabinete de Flávio Bolsonaro e ex-caseiro da família, gravou uma mensagem de áudio dizendo que iria matar a ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro


“Isso agora é uma briga que só vai terminar com a morte dela, com a minha morte ou então o dia que eu ver ela totalmente destruída. Enquanto nada disso acontecer, não sossego. Eu vou catucar, eu vou cavucar o quanto puder, mas não se preocupa que não vai envolver mais ninguém. Não precisa se preocupar com isso, que isso aí já tá uma coisa já acertada. Agora tudo que tenho em tela dela eu vou expor. Ano que vem vai sair tudo. Eu vou expor todos os segredos que tenho dela sem prejudicar ninguém politicamente, mas os segredos dela vão ser todos expostos, vão ser todos reunidos, todos narrados por mim. Nós vamos fazer um trabalho muito bem feito, entendeu? De bastante impacto. Se ela se candidatar, nós vamos lançar na campanha, entendeu? Então deixa ela lá quieta pensando que eu tô morto, pensando que tudo caiu no esquecimento. E se eu não conseguir abalar a estrutura dela, se isso não acontecer, como te falei, tenho que acabar com essa briga. Eu vou caçar ela no inferno, eu vou acabar com a vida dela. Nem que eu vá parar na cadeia, mas eu vou acabar com a vida dela. Que eu vou matar ela eu vou.”


Marcelo ainda não mostrou as provas que diz possuir, mas os áudios e mensagens a que VEJA teve acesso não deixam dúvidas da chantagem. Em agosto do ano passado, Marcelo e Ana Cristina se falavam por u...


Marcelo ainda não mostrou as provas que diz possuir, mas os áudios e mensagens a que VEJA teve acesso não deixam dúvidas da chantagem. Em agosto do ano passado, Marcelo e Ana Cristina se falavam por um aplicativo. O caseiro já havia deixado o emprego, reclamava o pagamento de direitos trabalhistas e supostos danos morais e propunha uma negociação para encerrar o litígio, sem dizer exatamente do que se tratava, mas insinuando que o contrário disso resultaria na divulgação de fatos que poderiam gerar enormes constrangimentos à família. Ana Cristina perguntou quais eram as garantias de que o acordo seria cumprido. Marcelo diz que a garantia era sua palavra e o pagamento de 200 000 reais para “começar”. Demonstrando surpresa, a advogada pergunta o porquê daquele valor tão elevado. O caseiro responde reproduzindo uma mensagem que incluía insinuações de que ele poderia implicá-la em certos eventos. A advogada percebeu que estava sendo alvo de extorsão, encerrou o diálogo e não atendeu mais às ligações do rapaz. A escalada de ameaças estava apenas no início.


Diante da recusa de Ana Cristina em atender às ligações, o ex-funcionário passou a enviar recados aos amigos da advogada. Em áudio, ele alertou a ex-patroa que estava conversando com políticos sobre o caso, negociando com o Ministério Público um depoimento e mantendo contato com a imprensa para divulgar as denúncias. “Já tô aqui fechando já com o Jornal Nacional porque não posso fazer nada escondido não. Até Ministério Público eu já falei. Mandei meu advogado falar que eu só presto queixa se for com a imprensa, entendeu? Mas primeiro estou entrando em contato com o senador pra pedir minha proteção.” Na sequência, Marcelo deixa claro que o assunto gira mesmo em torno da rachadinha e que suas revelações vão implicar Flávio Bolsonaro e o ex-policial Fabrício Queiroz, ex-che­fe do gabinete do então deputado, além de pôr em perigo a vida de Ana Cristina. “E agora, com esse negócio aí (que) o Flávio se livrou, da coisa do Queiroz, eles vão cair de pau em cima disso. Pra poder ferrar com eles. Então, não quero nem saber. E esse momento pra mim será o ideal. Infelizmente ela vai estar correndo um grande risco de vida também.” A mensagem foi enviada quatro dias depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anular o processo que investigava o senador e seu antigo chefe de gabinete. (leia mais abaixo)


“ELES VÃO CAIR DE PAU”

Em outra mensagem de áudio, o caseiro diz que estaria negociando seu ingresso no programa de proteção a testemunhas e que suas informações se tornaram valiosas depois da decisão da Justiça que anulou o processo que investigava o senador Flávio Bolsonaro (leia mais abaixo)


“Eu também já cansei. Fala logo que não vai fazer nada para eu resolver minha vida. Ficar me enrolando, ficar me levando em banho-ma­ria, isso não vai rolar não, porque minha situação tá apertada aqui e eu tenho que resolver isso, entendeu? Então dá logo um ponto-final que eu resolvo, porque eu também já tô cansado, eu não posso aguardar mais não. E já tô aqui correndo atrás, fechando as coisa, entendeu? Já tô aqui fechando com o Jornal Nacional porque não posso fazer nada escondido não. Até com Ministério Público eu já falei, mandei meu advogado falar que eu só presto queixa se for com a imprensa, entendeu? Mas primeiro eu tô entrando em contato com o senador pra poder pedir proteção à testemunha. Estou ficando sem dinheiro, não tô tendo como sobreviver mais, então preciso dar um rumo nisso aí, entendeu? Tá meio difícil, tá complicado, sinto muito. E agora, minha filha, com esse negócio aí (que) o Flávio se livrou da coisa do Queiroz lá, eles vão cair de pau em cima disso aí, né? Pra poder ferrar com eles. Então, não quero nem saber. E esse momento pra mim será o ideal e coitada dela, né? Infelizmente ela vai estar correndo um grande risco de vida também.” (leia mais abaixo)


Em outro áudio, o caseiro aparentemente recua da intenção de “ferrar” Flávio e Queiroz e concentra as ameaças na ex-mulher do presidente: “Eu vou expor todos os segredos que tenho dela sem prejudicar ninguém politicamente. Nós vamos fazer um trabalho muito bem feito, entendeu? Nós vamos lançar na campanha, entendeu? Então deixa ela lá quieta pensando que eu tô morto, pensando que tudo caiu no esquecimento”. E conclui com uma afirmação de extrema gravidade: “Se não conseguir abalar a estrutura dela, tenho que acabar essa briga. Vou caçar ela no inferno, vou acabar com a vida dela. Nem que eu vá parar na cadeia, mas vou acabar com a vida dela. Que eu vou matar ela eu vou”. Ao ouvir essa mensagem, Ana Cristina procurou a polícia, chegou a conversar com um delegado sobre as ameaças que estava sofrendo, mas, aconselhada pelo advogado da família, desistiu de prestar queixa contra o ex-funcionário. (leia mais abaixo)


Nesses diálogos com amigos através de um aplicativo, hoje em poder de Ana Cristina, Marcelo também fez várias ameaças. “Estou seguindo todos os passos dela. Em breve estarei indo a Brasília”, “Não estou sozinho nessa, ela fez vários inimigos”, “Estou me organizando pra ir atrás e acabar com a vida dela, nem que seja a última coisa que faço na vida”, “Vou morrer, mas entro para a história”. Na mensagem mais recente, ele incluiu Jair Renan, o filho do presidente: “Eu bem que poderia armar pra matar a mãe, o pai ou o filho daquela desgraçada”. E, mais uma vez, insinua que seus segredos podem comprometer o presidente: “Meu ódio maior é ela ter acabado com a minha vida e por isso vai acabar com tudo que o presidente construiu. Ele não merecia isso”. (leia mais abaixo)


Em janeiro, aconteceu um episódio que mostra a tensão provocada pelas ameaças do caseiro. Era tarde da noite. Jair Renan viu o que parecia ser o vulto de um homem nos fundos da casa. Ele acionou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o órgão que cuida da segurança do presidente, que enviou ao local uma equipe de agentes. Renan pensou que poderia ser Marcelo ou alguém ligado a ele. A residência foi vasculhada, mas não se encontrou vestígio algum do suposto invasor. (leia mais abaixo)


Oito dias depois desse episódio, Marcelo publicou um post enigmático nas redes sociais: “Hoje acordei tão bem que estou com medo do que serei capaz de fazer, quem puder se proteger, me ajudaria a ficar com menos uma dívida a acertar. Hoje começa o meu 2022, ano de lançamento do canal Segura a Verdade. Voltei”. Depois, publicou uma foto da fachada de um prédio comercial no centro do Rio, acompanhada de uma frase também enigmática: “Os bastidores da grana suja, assim começará uma longa e interessante história financeira. Lançamento em breve”. No endereço, funcionou o escritório de advocacia de Ana Cristina. Era para lá, de acordo com o caseiro, que a ex-mulher do presidente levava o dinheiro arrecadado com a rachadinha — e também onde teriam sido gravadas as tais imagens que provariam a existência do esquema. Em entrevista a VEJA, Ana Cristina disse que as chantagens são inócuas, que está com medo das ameaças e desafiou o ex-fun­cionário a provar o que diz. O objetivo de tudo, segundo ela, é atingir seu ex-ma­rido. (leia mais abaixo)


VEJA também falou com Marcelo Nogueira. O caseiro reafirmou que dispõe das provas, está aguardando o “momento estratégico” para apresen­tá-las e que seu objetivo é inviabilizar a campanha política da ex-patroa, que pretende disputar uma vaga de deputada distrital por Brasília. Ele, no entanto, admite que suas denúncias podem respingar nos filhos e até no próprio presidente da República, embora ressalte que Bolsonaro é absolutamente inocente nesse caso. “A Cristina era a cabeça de tudo, a rainha da rachadinha”, disse. Se o caseiro realmente tiver as provas que afirma, as investigações, atualmente paralisadas, podem ganhar tração. O problema é que, ao exigir pagamento e ameaçar a família do presidente da República, Marcelo está cometendo dois crimes. Extorsão e ameaça de morte, que podem render até dez anos de prisão. Ele nega que esteja chantageando a ex-patroa. “Se eu tivesse que chantagear, não seria por essa mixaria. Meus áudios, meus vídeos certamente valem muita grana. Mas eu não sou um desses.” Sobre o pedido de 200 000 reais, o caseiro explica que o valor se refere a direitos trabalhistas que lhe são devidos. Sobre as ameaças, diz que elas nunca existiram. “Vou ameaçar ela pra quê? Ela sabe tudo que eu tenho”, completou. As evidências mostram o contrário. (leia mais abaixo)


A rachadinha é um fantasma que assombra Bolsonaro desde o início do governo. Analistas afirmam que o caso está na raiz de muitas ações controversas do presidente. No primeiro semestre de 2020, por exemplo, o ex-capitão estava preocupado com um boato que correu Brasília. Promotores teriam reunido provas irrefutáveis de que Flávio embolsou os salários dos funcionários, ele seria acusado formalmente pelo crime e sua prisão, decretada. Perplexo, o presidente não hesitou em pedir ajuda a um congressista que, apesar de adversário figadal, tinha contatos importantes na Justiça fluminense. O parlamentar descobriu, muito antes de ser anunciado publicamente, que o filho Zero Um seria realmente acusado, mas não havia pedido de prisão. Alívio momentâneo. Muitas idas e vindas ainda ocorreriam nesse processo. (leia mais abaixo)


“Tudo isso é parte de mais um plano para envolver o presidente e a família dele num escândalo que não existe. Está absolutamente claro que estão usando esse moço para extorquir e ameaçar com objetivos políticos”, diz Frederick Wassef, advogado do presidente da República e dos filhos Flávio e Renan. (leia mais abaixo)


Embora tenha perdido força com as últimas decisões da Justiça, o caso ainda não acabou. Na quarta-feira 4, o Tribunal do Rio de Janeiro começou a julgar um recurso sigiloso do Ministério Público que pede a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 37 pessoas — entre elas Flávio Bolsonaro, Ana Cristina, Fabrício Queiroz e Marcelo Nogueira. É mais uma tentativa do MP de dar sequência à investigação da rachadinha, anulada no ano passado por questões técnicas, só que agora no bojo de um processo que apura o crime de improbidade administrativa. Os promotores sabem que a chance de sucesso dessa nova ação é remota, mas resolveram tentar assim mesmo. Em um dos áudios enviados à família Bolsonaro, o caseiro disse que estava tentando ingressar no programa de proteção a testemunhas. Se ele conseguir e, de fato, entregar o que anuncia, chantagens e ameaças podem ser apenas o penúltimo capítulo de uma história explosiva.


Fonte: Veja




Taxa de juros vai a 12,75% e Banco Central indica nova alta




05/05/2022 10:10:38.

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros (Selic) de 11,75% para 12,75% — o maior patamar desde abril de 2017 —, em linha com a expectativa do mercado financeiro, mas na contramão do esperado pelo setor produtivo. (leia mais abaixo)


Foi a 10ª alta consecutiva da Selic. Para especialistas, a decisão mostrou que o BC continua preocupado com a inflação, que não dá trégua não apenas no Brasil. Entre os países da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média do custo de vida acelerou 8,8%, no acumulado em 12 meses até março, a maior variação desde outubro de 1988.


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou a alta dos juros como "excessiva e equivocada", porque poderá comprometer a atividade e travar o crescimento neste ano. Apesar da melhora nas previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, com a possibilidade de queda fora do radar, um cenário de recessão não está descartado para 2023, de acordo com Marco Caruso, economista-chefe do Banco Original. (leia mais abaixo)


Em nota, o Copom sinalizou que, diante das incertezas do cenário econômico, deve promover nova alta da Selic, embora menor, em junho. "Para a próxima reunião, o Comitê antevê como provável uma extensão do ciclo com um ajuste de menor magnitude", diz o comunicado. O colegiado enfatizou, ainda, que "os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para as metas". (leia mais abaixo)


Ou seja, o Copom deixou a porta aberta para novas altas dos juros, ao contrário da sinalização feita recentemente pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que o ciclo do aperto monetário terminaria com a Selic em 12,75%. (leia mais abaixo)


Analistas avaliam como muito otimistas as projeções do BC, pois há estimativas, como a do BNP Paribas, que indicam o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrando o ano em 10% — o dobro do teto da meta, de 5%. O BNP e o Credit Suisse mantiveram as perspectivas de que a Selic poderá chegar a 14% neste ano, se o BC realmente quiser colocar a inflação dentro das metas. (leia mais abaixo)


"O comunicado foi muito mais direto. Sinalizou nova alta na próxima reunião, mas deixou as portas abertas para o BC avaliar as estratégias", comentou Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV. Ele prevê alta de 0,75 ponto percentual em junho, mas não descarta novos reajustes. "A situação da inflação no Brasil e no mundo é desesperadora. O BC fez o certo ao não se comprometer com nenhum nível para os juros." (leia mais abaixo)


Maior do mundo

Com a nova taxa Selic, o Brasil passou a liderar o ranking global de juros reais — descontada a inflação —, conforme levantamento da Infinity Asset Management com base nas projeções para o custo de vida nos próximos 12 meses. Os juros reais brasileiros foram para 6,69% ao ano, desbancando a Rússia, que liderava a listagem de março. (leia mais abaixo)


Carlos Thadeu de Freitas Gomes, ex-diretor do BC e economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), lamentou a decisão do BC. Para ele, o Copom agiu de forma diferente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), que elevou, ontem, os juros básicos do país em 0,50 ponto percentual, mas descartou acelerar a alta para 0,75 ponto na próxima reunião. "O Fed foi prudente e se mostrou preocupado com a atividade. A inflação aqui não é de demanda, mas de oferta", disse. (leia mais abaixo)


Para Marco Caruso, do Banco Original, "as perspectivas de inflação no Brasil só pioram", tendo em vista a política fiscal expansionista do governo em ano eleitoral. "O cenário para as contas públicas é preocupante, porque a inflação está mascarando a realidade", disse. (leia mais abaixo)


Conforme dados do Banco Central, em fevereiro, a conta de juros do setor público somou R$ 422,5 bilhões. A cada ponto percentual a mais na Selic, a dívida pública bruta aumenta em R$ 33,4 bilhões. Considerando os 10,75 pontos percentuais a mais da Selic desde março de 2021, quando os juros estavam no piso histórico de 2% ao ano, a dívida pública bruta já cresceu, pelo menos, R$ 395 bilhões — volume suficiente para pagar pouco mais de 11 Bolsas Famílias.


Fonte: Correio Braziliense




Nova pesquisa é um pesadelo para Lula




04/05/2022 08:08:23.

Não se esperava, nem no PT nem entre os mais respeitados cientistas políticos, que Jair Bolsonaro superasse Lula numericamente em São Paulo, antes mesmo do início oficial das eleições. Mas é o que mostrou a nova rodada do instituto Paraná Pesquisas feita entre os dias 24 e 29 de abril e divulgada neste fim de semana. (leia mais abaixo)


Bolsonaro tem 35,8% das intenções de voto contra 34,9% de Lula. Acreditem, em São Paulo, o atual presidente ultrapassou o petista, invertendo a posição de um mês atrás. (leia mais abaixo)


Diz que o que acontece em São Paulo é o espelho do Brasil. (leia mais abaixo)


Espero que não. (leia mais abaixo)


Como mostrou a coluna Maquiavel, no final de março, os dois estavam em posições invertidas: o petista tinha 34,1% contra 31,0% do presidente – ou seja, em um mês, Bolsonaro ganhou quase cinco pontos no estado. (leia mais abaixo)


E tem gente que acha que a eleição está perdida para Jair Bolsonaro – inclusive Gleisi Hoffmann, que disse o seguinte no mês passado: “Quem tem 60% de rejeição não ganha eleição. Cabe ao campo democrático garantir o processo e derrotar essa aberração”. (leia mais abaixo)


1 – Rejeições variam durante a eleição de forma mais rápida, vide o caso do ex-governador de São Paulo João Doria, que viu a sua cair 18% em seis meses. (leia mais abaixo)


2 – O campo democrático está dividido, bastante, aliás, vide Lula e Marina Silva, vide Lula e Ciro Gomes e outros exemplos que podemos dar. (leia mais abaixo)


Isso sem contar com o imponderável. (leia mais abaixo)


Eleição – ainda mais esta – é sempre difícil de prever.


Fonte: Veja