O Supremo Tribunal Federal marcou para 15 de setembro de 2026, às 10h, uma sessão extraordinária para analisar a Petição 16.662, relacionada ao caso Banco Master. A análise pode definir a abertura ou o prosseguimento de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Não se trata, nesta etapa, de julgamento de culpa ou condenação.
No quadro Fabiano em Entrevista, o vereador de Erechim e candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Sul Rony Gabriel comenta o que espera da sessão. As declarações sobre o resultado futuro são opiniões do entrevistado; o julgamento ainda não ocorreu.
Em nota oficial de 9 de setembro, o STF informou que o presidente da Corte, Edson Fachin, convocou sessão presencial para apreciar a PET 16.662, relatada pelo ministro André Mendonça. Em decisão noticiada neste sábado (12), Fachin manteve essa petição separada da PET 16.704, que ainda estava em fase de instrução preliminar.

No vídeo, Rony afirma acreditar que a investigação será autorizada e usa a expressão “virar réu”. Juridicamente, porém, a sessão anunciada trata da abertura de investigação; a eventual autorização não equivale, por si só, a recebimento de denúncia, condenação ou afastamento.
As suspeitas relacionadas ao Master geraram versões públicas distintas. Alexandre de Moraes negou ter telefonado ou pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor da operação envolvendo o Master. Galípolo também declarou que não tratou do assunto com Moraes. A apuração institucional deverá separar fatos comprovados, hipóteses e versões das partes.

Rony também projeta possíveis consequências políticas, inclusive discussão sobre impeachment. Esse procedimento dependeria do Senado e não integra o objeto imediato da sessão extraordinária do STF.

Imagens: reprodução/Rony Gabriel no Facebook. Perguntas editoriais e voz sintética autorizada de Fabiano Venâncio.