Veja como Bolsonaro conheceu a primeira-dama Michelle

Michelle de Paula Firmo Reinaldo era o nome de solteira daquela que, hoje (1/1/2019), assume oficialmente o posto de primeira-dama do Brasil. Michelle Bolsonaro mudou a trajetória do marido, tem pulso firme quando o assunto é a educação das filhas e já sabe muito bem o que quer fazer nesse período como esposa do presidente. Confira a trajetória da madrasta de Flávio, Eduardo, Carlos e Renan Bolsonaro.

Nascida em 22 de março de 1980, em Ceilândia (DF), a primeira-dama tem 38 anos e é filha de Maria das Graças Firmo Ferreira e do cearense Vicente de Paulo Reinaldo, conhecido como “Paulo Negão”.

Michelle e Bolsonaro, que têm uma diferença de idade de 27 anos, se conheceram em 2007, quando a agora primeira-dama trabalhava como secretária parlamentar na Câmara dos Deputados. Pouco tempo depois, a convite daquele que viria a ser seu marido, foi trabalhar com o próprio e, em setembro, acabou nomeada secretária parlamentar do gabinete de Bolsonaro. Em novembro do mesmo ano, eles oficializaram a união no civil – umas das condições impostas por ela para que o relacionamento se tornasse sério – e, seis anos depois, realizaram a cerimônia religiosa, celebrada pelo pastor Silas Malafaia no Rio de Janeiro com cerca de 150 convidados. Em homenagem ao amado, ela fez uma tatuagem no pulso.

Exonerada

Por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que proibiu a contratação de parentes até terceiro grau, Michelle acabou sendo exonerada do cargo no gabinete do marido em 2008.

Mãe

Michelle é mãe de Letícia, 16, de um relacionamento anterior, mas registrada pelo atual marido, e de Laura, de oito anos. Em 2017, no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro disse: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens; a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. A “fraquejada” é Laura, filha caçula do presidente. Pela esposa, o político reverteu a vasectomia que havia feito, pois ela deixou claro o desejo de ser mãe novamente. De acordo com reportagem do site G1, além de muito religiosa, a primeira-dama é também “linha dura” quando o assunto é a educação das filhas